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MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
A Federação de Distribuidores Farmacêuticos (FEDIFAR) considera que o estabelecimento de um modelo de preço selecionado, conforme estabelecido no Projeto de Lei de Medicamentos e Produtos de Saúde aprovado pelo Conselho de Ministros, sob proposta do Ministério da Saúde, teria um impacto negativo em toda a cadeia de medicamentos - laboratórios, distribuidores e farmácias - e poderia comprometer a disponibilidade de medicamentos para a população.
Nesse sentido, acredita que a gestão desse modelo de precificação selecionado afetaria o trabalho dos atacadistas farmacêuticos devido à "incerteza decorrente das constantes revisões de preços".
Uma "instabilidade" que, segundo eles, "dificultaria a previsão da demanda e a estimativa de níveis adequados de estoque de medicamentos, gerando rupturas na cadeia e colocando em risco a disponibilidade desses medicamentos para os pacientes".
Por outro lado, a FEDIFAR considera que a tramitação desse regulamento abre uma oportunidade para atender a uma das demandas da associação de empregadores, como o reconhecimento regulatório da atividade de gama completa e sua diferenciação em relação à realizada por outros distribuidores que atuam no mercado com a mesma licença, mas que realizam uma tarefa completamente diferente.
"Durante o processo, insistiremos no reconhecimento da atividade de atacado de gama completa para aqueles distribuidores que asseguram um fornecimento ininterrupto às farmácias em sua área territorial de todas as especialidades disponíveis no mercado, estabelecendo também um nível diferente de obrigações para aqueles que têm essa consideração", concluiu a associação de empregadores em um comunicado.
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