Publicado 16/07/2026 05:53

A Farmaindustria oferece recomendações para melhorar a qualidade dos dados de farmacovigilância e reforçar a segurança

A Farmaindustria oferece recomendações para melhorar a qualidade dos dados de farmacovigilância e reforçar a segurança
FARMAINDUSTRIA

MADRID 16 jul. (EUROPA PRESS) -

A Farmaindustria elaborou um documento que oferece recomendações “para melhorar a qualidade dos dados de farmacovigilância e reforçar a segurança dos pacientes”, já que as medidas propostas por meio dele visam promover uma coleta de informações “mais completa, coordenada e apoiada em ferramentas digitais”.

Conforme indicado por essa associação patronal, este relatório, que conta com o apoio da Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS), demonstra o compromisso da indústria farmacêutica inovadora com a segurança dos medicamentos, o qual “não termina quando o medicamento é aprovado, mas continua ao longo de todo o seu ciclo de vida”.

Nesse sentido, a Farmaindustria explicou que essa disposição se manifesta por meio da avaliação contínua do perfil de segurança dos medicamentos e das atividades de farmacovigilância que permitem identificar, avaliar e prevenir possíveis reações adversas. “A farmacovigilância é, portanto, um elemento-chave na vida do medicamento”, destacou.

“A qualidade das informações coletadas é essencial para detectar precocemente possíveis sinais de segurança e garantir o uso seguro dos tratamentos”, continuou, acrescentando que, com base nessas premissas, seu grupo de trabalho de Farmacovigilância elaborou este documento “para melhorar a coleta de dados de farmacovigilância na Espanha”.

A esse respeito, informou que o documento reúne propostas destinadas a reforçar a qualidade das notificações, promover a conscientização dos notificadores, melhorar a coordenação entre departamentos e potencializar a inovação tecnológica como ferramenta fundamental para uma farmacovigilância mais eficiente. Todas essas propostas são fruto do trabalho desenvolvido em um workshop colaborativo no qual foram analisados os principais desafios associados ao gerenciamento de casos de suspeitas de reações adversas a medicamentos.

DESAFIOS

Assim, entre esses desafios, destacou-se a falta de preenchimento de determinados dados relevantes para a detecção de sinais, as limitações de tempo dos notificadores, a qualidade variável das informações provenientes de algumas fontes e a necessidade de reforçar a capacitação de profissionais de saúde e pacientes.

Essa análise ressalta que a colaboração entre a indústria farmacêutica inovadora, as autoridades sanitárias, os profissionais e os pacientes é fundamental para avançar rumo a um sistema mais sólido, moderno e centrado nas necessidades dos cidadãos. Além disso, o relatório destaca que as empresas farmacêuticas “há anos vêm trabalhando de forma coordenada com a AEMPS e outros atores do ecossistema da saúde para fortalecer o modelo espanhol de farmacovigilância”, explicou.

Por fim, a Farmaindustria, que considera necessário “avançar em direção a um modelo mais aberto, participativo e sustentável, que aproveite a transformação digital e o conhecimento científico”, indicou que este relatório identifica quatro prioridades “para continuar fortalecendo a farmacovigilância”. São elas: “impulsionar uma maior colaboração institucional e científica; reforçar a capacitação e a conscientização de profissionais de saúde e pacientes; melhorar a coordenação entre as empresas farmacêuticas; e aproveitar as novas tecnologias para tornar mais eficazes a detecção, a avaliação e a prevenção de riscos associados aos medicamentos”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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