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MADRID 10 maio (EUROPA PRESS) -
O Exército do Reino Unido realizou uma operação para lançar suprimentos médicos de paraquedas em Tristán de Acuña, uma das paradas do cruzeiro “MV Hondius”, após a confirmação de que um cidadão britânico nesse arquipélago poderia ter contraído o hantavírus.
O governo britânico precisou, em um comunicado divulgado neste domingo, que uma equipe “especializada” das Forças Armadas realizou “um salto de paraquedas ousado” para entregar ajuda médica “de emergência” a este arquipélago situado no sul do Oceano Atlântico e que não possui pista de pouso.
Trata-se do território ultramarino habitado mais remoto do Reino Unido e, normalmente, só é acessível por barco.
A equipe, composta por seis paraquedistas e dois médicos militares, realizou o salto a partir de um avião A400M da Força Aérea Real Britânica (RAF), enquanto suprimentos de oxigênio e outros tipos de material médico foram lançados “quase simultaneamente”.
O grupo voou 6.788 quilômetros da base aérea de Brize Norton, no condado inglês de Oxfordshire, até a Ilha da Ascensão, e de lá voou mais de 3.000 quilômetros até chegar a Tristão da Acuña, pelo que precisaram que outra aeronave da RAF lhes prestasse apoio para poder reabastecer de combustível.
É a primeira vez que o Exército britânico envia pessoal médico para prestar ajuda “humanitária” dessa forma, “o que demonstra (sua) capacidade de se mobilizar em todo o mundo com muito pouca antecedência para realizar diversas missões”, destacou o Executivo em seu comunicado.
A isso somam-se as condições meteorológicas da ilha, que podem ser “excepcionalmente difíceis”, com ventos que costumam ultrapassar os 40 quilômetros por hora, colocando os paraquedistas em “uma situação complicada”, apontaram as autoridades britânicas.
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