Publicado 16/07/2026 10:33

Ex-diretor de uma empreiteira é condenado a doze anos de prisão pelo desabamento de uma ponte em Gênova, em 2018

Archivo - Arquivo - 14 de agosto de 2023, GÊNOVA, ITÁLIA: Um momento da cerimônia em memória das 43 vítimas do desabamento da ponte Morandi, em Gênova, Itália, em 14 de agosto de 2023. ANSA/LUCA ZENNARO
Europa Press/Contacto/Luca Zennaro - Arquivo

MADRID 16 jul. (EUROPA PRESS) -

Um tribunal italiano condenou nesta quinta-feira Giovanni Castellucci, ex-diretor executivo da operadora Autostrade per l'Italia (ASPI), a doze anos de prisão, por sua responsabilidade no desabamento ocorrido em 2018 na ponte Morandi, localizada na cidade de Gênova (norte), um acidente que deixou mais de 40 mortos.

A sentença relativa ao incidente, ocorrido em 14 de agosto de 2018, é a primeira proferida no caso, no qual o Ministério Público pedia 18 anos e meio de prisão para Castellucci, que esteve à frente da ASPI entre 2005 e 2019, conforme informou o jornal italiano “La Repubblica”.

Castellucci já se encontra na prisão após ter sido condenado por um acidente de trânsito ocorrido em 2013, no qual um ônibus caiu no vazio após colidir com o parapeito de uma ponte no sul da Itália, acidente que resultou em 40 mortos.

Por outro lado, o tribunal condenou Michele Donferri Mitelli, ex-“número três” da ASPI, a onze anos de prisão, enquanto Paolo Berti, ex-“número dois” da operadora, foi condenado a cinco anos e meio de prisão. Já Antonino Galata, ex-diretor executivo da Spea, recebeu uma pena de cinco anos e meio.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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