MADRID 24 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades policiais dos Estados Unidos incluíram pela primeira vez um líder da quadrilha venezuelana Tren de Aragua na lista dos dez fugitivos mais procurados e estão oferecendo até US$ 3 milhões (cerca de 2,6 milhões de euros) por informações que levem à sua localização e prisão.
Giovanny San Vicente, 37 anos, já está enfrentando várias acusações federais nos Estados Unidos, de acordo com o FBI, que o vincula a uma organização responsável por "assassinatos brutais, prostituição forçada, sequestros e destruição de vidas em todos os continentes".
"O anúncio de hoje deixa claro: nenhuma fronteira o esconderá da justiça", proclamou o agente especial Douglas Williams, em uma declaração na qual a agência analisou a expansão das atividades do Tren de Aragua em vários países da região.
A administração de Donald Trump declarou o Trem de Aragua uma organização terrorista e intensificou a perseguição a líderes como 'Giovanny', também incluído nesta terça-feira na lista negra de sanções do Departamento do Tesouro, o que implica o congelamento de quaisquer ativos que ele possa ter sob a soberania dos EUA.
No âmbito judicial, o Departamento de Justiça dos EUA anunciou em outra nota uma bateria de acusações contra 'Giovanny' e outro líder, José Enrique Martínez Flores, que foi preso no final de março na Colômbia e aguarda uma possível extradição. Ambos são acusados de colaboração com uma organização terrorista e conspiração para traficar cocaína para os Estados Unidos.
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