MADRID 4 maio (EUROPA PRESS) -
O Instituto de Saúde Carlos III (ISCIII) nomeou Esther García Carpintero como diretora da Agência de Avaliação de Tecnologias da Saúde (AETS), em substituição a Carlos Martín Saborido.
García Carpintero era responsável pela Área de Avaliação de Procedimentos e Práticas Clínicas da AETS; formada em Bioquímica, doutora em Documentação Científica e pesquisadora titular de Organismos Públicos de Pesquisa (OPI) desde 2021, ingressou nesta entidade em 2018. Anteriormente, entre 2005 e 2017, desenvolveu sua carreira de pesquisadora no Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC), nas áreas de avaliação científica e transferência de tecnologia no âmbito da biotecnologia.
Nos últimos dois anos, já como chefe da Área de Avaliação de Procedimentos e Práticas Clínicas da AETS, concentrou seu trabalho de pesquisa nos aspectos metodológicos da avaliação de tecnologias em saúde. No entanto, ao longo de sua trajetória, “contribuiu para a geração de evidências com impacto no sistema de saúde, participando de iniciativas relacionadas a estratégias de vacinação, programas de triagem populacional e a elaboração de diretrizes de prática clínica”, explicou o ISCIII.
Além disso, García Carpintero realizou inúmeras publicações em revistas internacionais de alto impacto e relatórios de avaliação de tecnologias em saúde. Paralelamente, participou de projetos nacionais e europeus, desenvolveu atividades de formação em revisões sistemáticas e metanálises e integra redes e comitês científicos na área da avaliação de tecnologias de saúde.
OBJETIVOS DA AETS
Quanto aos objetivos desta Agência, o ISCIII afirmou que sua missão é “apoiar a política de prestações de saúde e contribuir para a melhoria da qualidade e da eficiência na utilização de técnicas, procedimentos e intervenções no âmbito da saúde”.
Para isso, esta instituição “fornece avaliações objetivas dos impactos sanitários, sociais, éticos, organizacionais e econômicos associados a tais tecnologias e ações, contribuindo assim com evidências científicas que sirvam de apoio à tomada de decisões”, destacou.
“Entre suas funções estão o apoio científico à incorporação ordenada de novas tecnologias na prática clínica, a definição de critérios que orientem o uso adequado de tecnologias já implementadas e o reforço da atividade de avaliação dos serviços de saúde”, continuou, após o que observou que atua como órgão avaliador em âmbito nacional e mantém uma relação estreita com a Direção-Geral de Carteira Comum de Serviços do SNS e Farmácia.
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