Publicado 08/08/2025 06:41

Especialistas propõem o aumento do consumo de leguminosas, peixes oleosos e frutas e verduras para uma dieta saudável

Archivo - Arquivo - Dieta mediterrânea.
CLÍNICA UNIVERSIDAD DE NAVARRA - Arquivo

MADRID 8 ago. (EUROPA PRESS) -

O consumo recomendado de legumes "foi aumentado de 2 para 4 vezes por semana" e é aconselhável "priorizar o peixe, especialmente o peixe azul" (sardinha, cavala ou anchova), devido ao seu alto teor de ômega-3, em relação ao consumo de carne, bem como o consumo de frutas e vegetais, de acordo com os especialistas em Endocrinologia e Nutrição da Clínica Universidad de Navarra, Marta Motilla e Sonsoles Guadalix.

Todos esses alimentos fazem parte da famosa dieta mediterrânea, que "se destaca por sua sólida base científica e sua aplicabilidade prática, especialmente durante os meses de verão, quando os produtos frescos são abundantes e cozinhar em casa é mais comum", dizem os especialistas. Além disso, essa dieta incorpora cereais, sementes, alimentos ricos em vitaminas e antioxidantes que "transformam a alimentação em um ato não apenas nutritivo, mas também social e prazeroso", enfatizam os especialistas.

Nesse sentido, eles lembram que uma alimentação saudável é "fundamental" para envelhecer bem e prevenir doenças, "como as cardiovasculares, o câncer, a obesidade e o diabetes".

Eles recomendam "comer mais carne branca (aves ou coelho) em vez de carne vermelha (carne bovina, vitela ou porco); limitar a ingestão de carnes processadas (salgadas, curadas, fermentadas ou defumadas), como presunto, salsichas, carne enlatada, carne seca ou jerky; e usar azeite de oliva extra virgem, em quantidades entre 10 e 20 mililitros por pessoa por dia, para uso na culinária e em molhos, "pois é a principal fonte de gordura na dieta mediterrânea".

RECOMENDAÇÕES NO SUPERMERCADO

Os Drs. Motilla e Guadalix enfatizam que "escolher os produtos certos é o primeiro passo para seguir uma dieta mediterrânea: optar por alimentos frescos, sazonais e não processados faz toda a diferença".

Nesse sentido, quando se trata de fazer compras, eles recomendam, para uma família de dois adultos e duas crianças, aumentar a quantidade de frutas e legumes de 4-6 kg para 8-11 kg por semana, garantindo assim "uma alta ingestão de fibras, vitaminas e antioxidantes". Eles também destacam que o consumo semanal de alimentos protéicos deve ser aumentado: ovos (de 4-8 para 10-16), leguminosas (de 500 gramas para 800), peixe (de 1 para 1,5 kg) e carne (de 1 para 1,5 kg).

Por outro lado, eles aconselham aumentar a compra de iogurtes de 12-24 unidades para 40 unidades, e de queijo branco ou semicurado (de 200 para 320 gramas), mantendo um consumo de aproximadamente 6 litros de leite por semana.

Quanto à ingestão de alimentos farináceos - alimentos ricos em farinha ou amido - os médicos sugerem optar por cereais integrais, pães, massas ou arroz, "pois é uma forma simples de cuidar da saúde durante todo o ano, já que ajudam a regular o açúcar no sangue e melhoram o trânsito intestinal, ajudando a prevenir doenças como diabetes tipo 2, problemas cardiovasculares ou câncer de cólon".

Dessa forma, os especialistas concluem que essas propostas "podem ser uma forma concreta de transformar a teoria em ações cotidianas para melhorar a saúde de toda a família".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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