Publicado 05/11/2026 12:42

Especialistas destacam a importância das organizações de pacientes na divulgação da necessidade da prevenção por meio da vacinação

Archivo - Arquivo - Injeção, vacina, seringa.
BYMURATDENIZ/ISTOCK - Arquivo

MADRID 5 nov. (EUROPA PRESS) -

O membro da Plataforma de Organizações de Pacientes (POP), Tomás Fajardo, e o diretor de Política, Relações Públicas e Pacientes da empresa biomédica Pfizer, Fernando Méndez, destacaram a importância das organizações de pacientes na divulgação da necessidade da prevenção por meio da vacinação.

As entidades “podem contribuir para identificar barreiras, levar essas informações às pessoas e acompanhá-las na tomada de decisões sobre sua saúde”, afirmou o primeiro, acrescentando que “para que as recomendações de vacinação se tornem uma ferramenta de proteção real”, é importante “facilitar as coisas para o paciente”. “É fundamental que as pessoas saibam quais medidas de prevenção são adequadas para elas, onde podem ter acesso a elas e que disponham de informações claras e compreensíveis”, explicou.

Foi assim que Fajardo se expressou durante o evento, nesta quinta-feira, em Madri, da Cúpula ‘Construindo confiança na prevenção: protegendo o futuro dos pacientes vulneráveis’, evento organizado pelo laboratório, no qual Méndez destacou que “avançar na prevenção requer a colaboração de todos os agentes envolvidos”.

“Na Pfizer, acreditamos que as organizações de pacientes são fundamentais para transmitir as necessidades reais das pessoas e contribuir para uma prevenção mais acessível, equitativa e centrada no paciente”, afirmou, acrescentando que, por isso, apostamos “em continuar promovendo espaços de diálogo e trabalho conjunto com essas organizações, profissionais de saúde e órgãos públicos”.

AS ENTIDADES REFORÇAM AS RECOMENDAÇÕES DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

Especificamente, no evento foi destacado que as entidades que representam pessoas com doenças desempenham um papel transversal no caminho rumo à prevenção e à imunização, uma vez que ajudam a informar e sensibilizar, transmitem as necessidades e os obstáculos enfrentados pelas pessoas, reforçam as recomendações dos profissionais de saúde e acompanham pacientes e cuidadores para que possam tomar decisões informadas.

Assim, os palestrantes levantaram a oportunidade de avançar para um modelo de prevenção integral, equitativo e acessível, centrado nas pessoas e capaz de atender às necessidades específicas de idosos, pacientes crônicos e outros grupos especialmente vulneráveis diante de infecções potencialmente evitáveis. Por isso, eles defenderam que é importante incorporar a imunização aos cuidados de rotina, facilitar o acesso e reforçar a confiança por meio de informações rigorosas, compreensíveis, acessíveis e coerentes.

“Para os idosos e para aqueles que convivem com doenças crônicas, a prevenção de infecções deve fazer parte dos cuidados de rotina”, afirmou, nesse sentido, a responsável pelo Grupo de Vacinas da Sociedade Espanhola de Médicos Gerais e de Família (SEMG), a doutora Isabel Jimeno, ao mesmo tempo em que afirmou que a antecipação e a revisão das necessidades de vacinação de cada paciente podem ajudar “a reduzir complicações”, bem como “contribuir para preservar sua qualidade de vida e autonomia” e também para a própria sustentabilidade do sistema de saúde.

Por fim, o evento, no qual foi destacado que as associações de pacientes atuam como uma ponte entre as pessoas e o sistema de saúde, e que contou com três “workshops” paralelos de cocriação e uma troca de aprendizados e próximos passos, serviu para enfatizar a importância de integrar a ideia de prevenção aos cuidados de rotina e de abordar as barreiras enfrentadas pelos pacientes. Tudo isso com informações confiáveis e coordenação entre os diversos agentes.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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