Publicado 22/04/2026 13:19

Especialista destaca que uma alimentação saudável ajuda os idosos a "continuarem levando uma vida autônoma"

Archivo - Arquivo - Mulher caminhando pela rua enquanto fala ao celular.
FREEMIXER/ISTOCK - Arquivo

MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -

A diretora médica da Sanitas Mayores, a Dra. Miriam Piqueras, afirmou que uma boa alimentação em idosos "visa preservar algo muito mais importante" do que um peso adequado, "como a força necessária para levantar-se da cama com segurança, sair à rua, subir alguns degraus ou continuar levando uma vida autônoma".

“Quando a dieta se empobrece, essa deterioração afeta a capacidade funcional e a recuperação diante de qualquer problema de saúde”, indicou ela, já que a perda de massa muscular associada ao envelhecimento não depende exclusivamente da idade ou da falta de exercício. De fato, a alimentação também influencia diretamente e, em muitos casos, o problema está em pequenos erros repetidos diariamente que acabam reduzindo a qualidade da dieta.

Nesse sentido, a seguradora Sanitas destacou, por exemplo, o hábito de jantar leve de forma recorrente, já que isso pode passar despercebido durante meses, mas costuma acabar afetando tanto a força quanto a energia, bem como as funções cognitivas, especialmente na população idosa.

“Às vezes, contribuem a falta de apetite ou a saciedade precoce, além de certas dificuldades para mastigar”, continuou Piqueras, que acrescentou que, “em outras ocasiões, o que pesa é a rotina, ou seja, cozinha-se menos e repetem-se sempre os mesmos pratos, ou substituem-se refeições completas por opções rápidas que resolvem o momento, mas não cobrem bem as necessidades nutricionais”.

RECOMENDAÇÕES

Diante de tudo isso, recomenda-se incluir proteína desde o café da manhã para nutrir os músculos logo cedo; priorizar alimentos frescos em vez de opções ultraprocessadas, já que estas últimas fornecem menos proteína de qualidade e substituem alimentos básicos que realmente ajudam a conservar força e energia; e manter uma dieta variada, pois, antes de eliminar grupos de alimentos, é aconselhável consultar um profissional para avaliar cada caso.

Além disso, defende-se a distribuição das refeições ao longo do dia, já que funciona melhor fazer refeições menores, mas regulares; praticar exercícios de força para manter a massa muscular, a força e a energia; e buscar qualidade nutricional em cada refeição.

“Tanto em consultas presenciais quanto por videoconferência, uma avaliação profissional permite identificar a causa real e propor uma dieta adaptada, segura e sustentável ao longo do tempo, que evite a desnutrição proteico-energética tão frequente entre os idosos”, afirmou a nutricionista da Blua de Sanitas, Eva M. Bautista.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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