Publicado 17/07/2026 07:59

Especialista destaca que o tratamento precoce e em regime ambulatorial de pacientes com insuficiência cardíaca melhora o prognóstico

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MOYO STUDIO/ ISTOCK - Arquivo

MADRID 17 jul. (EUROPA PRESS) -

A cardiologista do Hospital Universitário Quirónsalud Pozuelo, em Madri, Dra. Paula Navas, destacou que tratar os pacientes com insuficiência cardíaca em tempo hábil e em regime ambulatorial “melhora claramente o prognóstico e evita internações hospitalares”.

“Está comprovado que, cada vez que um paciente com insuficiência cardíaca é internado, em vez de voltar para casa melhor, ele costuma voltar um pouco pior”, afirmou ela a esse respeito, ressaltando que, “por isso, é preciso evitar que os pacientes sejam internados por um primeiro episódio ou por uma descompensação”. Nesse sentido, este centro conta com um Hospital-Dia de Insuficiência Cardíaca, inaugurado em setembro de 2023.

O local dispõe de um consultório médico e de uma equipe de enfermagem especializada no tratamento e acompanhamento dos pacientes, onde atuam Ana Iribarren e Carolina Yribarne. O objetivo é oferecer “um acompanhamento rigoroso do paciente para manter sua qualidade de vida”, explicou a Dra. Agustina Giarocco, também cardiologista do Hospital Universitário Quironsalud Pozuelo.

“Monitoramos os sintomas e realizamos exames como o eletrocardiograma, ecocardiograma, exames laboratoriais e radiografias que nos fornecem informações sobre a situação do paciente”, continuou ela, acrescentando que o tratamento é ajustado, com a possibilidade de “administrar medicamentos por via intravenosa, como diuréticos e ferro”. “O paciente permanece na unidade por cerca de uma hora e pode voltar para casa com a medicação ajustada e já administrada”, destacou.

CAUSA BAIXA QUALIDADE DE VIDA

Em relação a essa incapacidade do coração de manter o bombeamento de sangue suficiente para irrigar os demais órgãos — o que causa sintomas como falta de ar e retenção de líquidos nas pernas e no abdômen —, Navas declarou, por sua vez, que, à medida que se envelhece, “a probabilidade de se sofrer dessa condição é maior”. Além disso, “uma vez instalada, vai piorando” e “causa uma baixa qualidade de vida com internações frequentes”, afirmou.

Isso “não ocorre apenas em pacientes idosos, mas também em pessoas mais jovens após um infarto agudo do miocárdio ou que sofrem de algum problema cardíaco hereditário”, continuou ela, concluindo que, diante disso, o atendimento individualizado “também melhora a percepção do paciente”, já que “ele se sente mais bem cuidado e, acima de tudo, percebe uma melhora em sua qualidade de vida”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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