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MADRID 28 jan. (EUROPA PRESS) - O número de casos de câncer diagnosticados na Espanha durante 2026 chegará a 301.884, o que representa um ligeiro aumento de 1,95% em relação aos 296.103 previstos para o ano passado, segundo o relatório “Os números do câncer na Espanha em 2026”, elaborado pela Sociedade Espanhola de Oncologia Médica (SEOM) e pela Rede Espanhola de Registros de Câncer (REDECAN).
A SEOM apresentou o documento nesta quarta-feira, no âmbito do Dia Mundial do Câncer, comemorado em 4 de fevereiro, com um evento que também serviu para celebrar o 50º aniversário da sociedade científica. O presidente da SEOM, Javier de Castro, refletiu sobre a evolução da oncologia nestes 50 anos e desejou que, em outros 50, o papel da SEOM seja falar de uma “cura completa”.
O relatório “Las Cifras del Câncer” (Os números do câncer) oferece os últimos dados disponíveis sobre incidência, prevalência e sobrevivência ao câncer na Espanha, e a comparação com países vizinhos, a partir de dados da REDECAN, do Instituto Nacional de Estatística (INE) e do Observatório Global do Câncer da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês) da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Os cânceres que serão diagnosticados com mais frequência na Espanha este ano são os de cólon e reto (44.132 novos casos), mama (38.318), pulmão (34.908), próstata (34.833) e bexiga urinária (23.929). Muito atrás estão os linfomas não Hodgkin (12.201), o câncer de pâncreas (10.405), o câncer de rim (9.165), o melanoma maligno cutâneo (8.074), os cânceres da cavidade oral e faringe (8.203) e os cânceres do corpo uterino (7.759), estômago (7.595) e fígado (6.852). (HAVERÁ AMPLIAÇÃO)
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