MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) e os Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) estão testando na Zâmbia um aplicativo móvel de vigilância baseado em eventos para coletar e avaliar rapidamente informações sobre ocorrências, como surtos ou casos isolados, que possam representar uma ameaça à saúde pública.
Conforme explicado pelo ECDC em um comunicado, após uma fase inicial de desenvolvimento, o centro está trabalhando em conjunto com o CDC em um projeto piloto para aperfeiçoar e testar esse aplicativo, em colaboração com o Instituto Nacional de Saúde Pública da Zâmbia e a HISP-SA, o parceiro técnico que desenvolveu o aplicativo.
O projeto piloto se concentrará em testar as principais funcionalidades do aplicativo, incluindo a coleta de informações sobre possíveis ameaças enviadas por membros da comunidade e seu encaminhamento aos responsáveis pela vigilância em nível distrital, que avaliam se é necessária uma verificação e uma avaliação de riscos adicionais.
Durante o programa, também serão examinados os fluxos de trabalho que sustentam a verificação de sinais e a tomada de decisões sobre se deve ser iniciada uma avaliação de riscos. Espera-se que tudo isso sirva para treinar especialistas em vigilância no uso do aplicativo.
O objetivo é que o aplicativo seja implementado em vários países africanos e sirva para apoiar os voluntários de saúde que trabalham em estreita colaboração com as comunidades locais, a fim de facilitar a notificação e o acompanhamento em tempo real de possíveis ameaças à saúde pública.
Como parte do programa piloto, foi realizada uma semana de treinamento e implementação em Lusaka, capital da Zâmbia. Nesse contexto, o ECDC e o CDC da África prestaram apoio ao Instituto Nacional de Saúde Pública da Zâmbia para a realização de exercícios práticos e testes de campo.
Esta iniciativa faz parte do Projeto de Colaboração entre o CDC da África e o ECDC, que apoia o fortalecimento das capacidades de vigilância baseada em eventos e inteligência epidemiológica em toda a África por meio da inovação digital e da colaboração.
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