Publicado 17/04/2026 05:52

O Dr. Diego González Rivas lidera uma cirurgia “complexa” para remover um tumor gigante de 1,3 quilos

Foto da paciente.
VITHAS

MADRID 17 abr. (EUROPA PRESS) -

O Dr. Diego González Rivas conduziu com sucesso uma complexa intervenção cirúrgica para remover um tumor gigante de 1,3 kg, com 40 anos de evolução, de uma paciente do Peru que viajou até a Espanha graças à fundação que leva o nome do cirurgião.

A operação, realizada no Hospital Universitário Vithas Madrid Aravaca, teve duração aproximada de seis horas e representou um importante desafio médico devido à grave compressão das vias aéreas, ao tamanho do tumor e ao comprometimento de múltiplas estruturas vitais do pescoço.

"A paciente apresentava um tumor gigante no pescoço, com uma evolução de quatro décadas, que comprimia severamente as vias aéreas e representava um risco vital muito elevado. Trata-se de um caso extremamente raro em nosso ambiente, de excepcional complexidade”, explicou González Rivas.

A intervenção foi liderada por Diego González Rivas, cirurgião torácico do Hospital Universitário Vithas Madrid Aravaca e presidente da fundação que leva seu nome, e Claudio Fragola, chefe do serviço de Otorrinolaringologia do hospital. Além disso, contou com a participação de Rafael Barberá, otorrinolaringologista especializado em cirurgia de cabeça e pescoço; Ignacio Lojo, cirurgião vascular; e Javier Gallego, cirurgião cardíaco da UMICS (Unidade de Cirurgia Cardiotorácica Minimamente Invasiva).

Antes de proceder à ressecção do tumor, foi necessário realizar uma embolização das artérias que o irrigavam, uma técnica avançada que permitiu minimizar o risco cirúrgico e planejar a extirpação com maior segurança.

"Para abordar um caso dessa magnitude, foi imprescindível uma abordagem multidisciplinar, com a participação de especialistas em otorrinolaringologia, cirurgia de cabeça e pescoço e cirurgia vascular. Estamos diante de uma cirurgia de altíssimo risco, que só pode ser realizada em centros com grande experiência e equipes perfeitamente coordenadas”, detalhou González Rivas.

Do ponto de vista otorrinolaringológico, a dificuldade residia em conseguir uma ressecção completa, preservando estruturas críticas do pescoço e mantendo a funcionalidade do paciente. "Tratava-se de um caso de complexidade extraordinariamente elevada, condicionado pelo tamanho do tumor e pelo comprometimento de estruturas cervicais vitais, como a artéria carótida, a veia jugular e os principais nervos do pescoço. “Uma das grandes conquistas da intervenção foi manter as vias aéreas em condições ideais e evitar a necessidade de uma traqueotomia”, destacou Claudio Fragola, chefe do serviço de Otorrinolaringologia do Hospital Universitário Vithas Madrid Aravaca.

Nesse sentido, José Carlos Fuentes, gerente do Hospital Universitário Vithas Madrid Aravaca, ressalta que “este caso é um claro exemplo do que significa a medicina de excelência: profissionais de primeira linha, trabalho em equipe, tecnologia avançada e um firme compromisso com os pacientes, independentemente de sua origem”.

Por sua vez, a diretora da Fundação Diego González Rivas, Carla Salgado, destacou que, diante da falta de alternativas terapêuticas em seu país, a Fundação assumiu o compromisso de estudar seu caso e viabilizar sua intervenção na Espanha. “Graças ao empenho de uma equipe médica excepcional, foi possível realizar uma cirurgia de altíssima complexidade que hoje lhe permite recuperar algo tão essencial quanto sua vida. Este caso não é apenas um sucesso médico; é também um lembrete de que a medicina não conhece fronteiras quando existe vontade de ajudar”, conclui.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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