Publicado 29/05/2025 22:35

Doze pessoas ligadas à quadrilha venezuelana Tren de Aragua foram presas na Argentina.

A ministra de Segurança Nacional da Argentina, Patricia Bullrich (centro), em uma coletiva de imprensa conjunta com autoridades de segurança.
MINISTERIO DE SEGURIDAD NACIONAL DE ARGENTINA

MADRID 30 maio (EUROPA PRESS) -

As autoridades argentinas anunciaram nesta quinta-feira a prisão de doze pessoas da organização criminosa venezuelana Tren de Aragua, acusadas de "lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo", como parte de uma operação conjunta com a Interpol e o FBI (Federal Bureau of Investigation) dos Estados Unidos.

"Desarticular uma célula ativa do Tren de Aragua é um passo fundamental na luta contra o terrorismo e o crime organizado", disse a ministra da Segurança Nacional da Argentina, Patricia Bullrich, em uma coletiva de imprensa com outras autoridades do interior.

O grupo, ligado ao Tren de Aragua, "era responsável pela lavagem de ativos provenientes de várias atividades criminosas naquele país, para redirecioná-los ao financiamento do terrorismo internacional", segundo o Ministério em um comunicado, "por meio do sistema informal conhecido como 'Hawala', que contorna os circuitos bancários formais".

"Os ativos foram injetados em investimentos e aquisições de bens de alto valor", destaca o documento, listando como exemplos a "compra de terrenos, veículos de alto padrão, moedas internacionais e joias" para completar a suposta lavagem de dinheiro.

O Tren de Aragua foi declarado uma "organização terrorista" pelo governo dos Estados Unidos em fevereiro de 2025 e, depois disso, foi preso por acusações relacionadas a terrorismo tanto nos Estados Unidos quanto em outros países do sul do continente, como a Colômbia e, agora, a Argentina.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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