Publicado 11/08/2025 13:42

O derretimento do gelo 'libera' o corpo de um homem que desapareceu na Antártica em 1959

Dennis Bell (à esquerda) com seus colegas e os cães que os ajudaram a trabalhar na Antártica. Meio do inverno de 1959 na base de Admiralty Bay.
BAS

MADRID, 11 ago. (EUROPA PRESS) -

Uma equipe polonesa descobriu os restos mortais de um pesquisador que desapareceu há 66 anos entre as rochas expostas pelo recuo de uma geleira na Antártica.

Os restos mortais foram identificados pelo DNA como sendo de Dennis "Tink" Bell, um meteorologista de 25 anos que trabalhava para o Falkland Islands Dependencies Service (FIDS), o antecessor do British Antarctic Survey (BAS). Ele morreu em uma fenda de geleira na Baía do Almirantado, Ilha Rei George, ao largo da Península Antártica, em 26 de julho de 1959. Seu corpo nunca foi recuperado.

Mais de 200 itens pessoais foram encontrados, incluindo restos de equipamentos de rádio, uma lanterna, bastões de esqui, um relógio de pulso Erguel com inscrições, uma faca Mora sueca, bastões de esqui e um bocal de cachimbo de ebonite, informa o BAS.

Transportados para Londres, os restos humanos foram enviados para análise de DNA por Denise Syndercombe Court, professora de genética forense do King's College. Ela confirmou que há uma correspondência com amostras de seu irmão David Bell e de sua irmã Valerie Kelly. É um bilhão de vezes mais provável que eles sejam parentes do que não.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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