OVIEDO 13 maio (EUROPA PRESS) -
Um dos vencedores do Prêmio Princesa das Astúrias de Pesquisa Científica e Técnica de 2026, David Klenerman, afirmou que é “uma grande honra” que seu trabalho no desenvolvimento da sequenciamento de DNA de última geração e o impacto que ele causou tenham sido reconhecidos com essa distinção.
Klenerman, em declarações divulgadas pela Fundação, destacou o trabalho coletivo que permitiu alcançar este marco científico e ressaltou que a conquista do prêmio “foi realmente um trabalho de equipe e só foi possível graças a todas as pessoas que trabalharam nesta tecnologia na Solera e, posteriormente, na Illumina”.
Nesse sentido, o pesquisador destacou a importância do ambiente acadêmico no qual desenvolveu sua carreira e lembrou que “Cambridge tem uma trajetória muito extensa associada ao DNA, incluindo a descoberta de sua estrutura e a invenção do primeiro método de sequenciamento de DNA”.
O cientista manifestou sua gratidão à instituição que concede os prêmios e afirmou estar “muito agradecido à Fundação Princesa das Astúrias por reconhecer esta última contribuição”, um gesto que lhe permite valorizar o avanço da tecnologia de sequenciamento atual.
Por fim, o premiado expressou sua satisfação pessoal por este reconhecimento internacional à sua trajetória profissional, ao mesmo tempo em que destacou que, após conhecer a decisão do júri, não pode deixar de “sentir-se muito honrado” por passar a fazer parte da lista dos distinguidos com o prêmio.
Foi nesta quarta-feira que foi divulgada a decisão pela qual os químicos britânicos David Klenerman e Shankar Balasubramanian e o biofísico francês Pascal Mayer, pioneiros na tecnologia de nova geração para a sequenciamento de DNA, foram agraciados com o Prêmio Princesa das Astúrias de Investigação Científica e Técnica 2026.
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