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MADRID 5 jun. (EUROPA PRESS) -
A Central Sindical Independente e dos Funcionários (CSIF) manifestou nesta sexta-feira sua "total rejeição" ao anteprojeto do estatuto-quadro elaborado pelo governo, pois “exclui o direito à aposentadoria parcial e antecipada por coeficientes redutores, uma questão fundamental desde o início das negociações”, pelo que se cogita convocar mobilizações.
O sindicato afirma em um comunicado que o texto aprovado também reduziu questões salariais, como os trienios de categoria superior por promoção interna, o complemento específico e o de dedicação exclusiva nos pagamentos extras.
Por isso, considera que “a ministra descumpriu seu compromisso com o que foi acordado com os sindicatos do setor e o Governo, em seu conjunto, fecha a porta para a melhoria das condições de trabalho do pessoal da saúde, após mais de um ano de negociação. Isso representa, além disso, uma falta de respeito para com o pessoal da saúde que os sindicatos majoritários representam”, acrescentam.
Assim, o CSIF informa que iniciou “um período de reflexão para decidir a resposta sindical, sem descartar qualquer tipo de medida de pressão, mobilizações e até mesmo a greve”.
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