Publicado 05/06/2026 14:05

O CSIF manifesta sua "total rejeição" ao anteprojeto do Estatuto-Quadro da Saúde e prepara mobilizações

Archivo - Arquivo - Médicos concentrados, vestidos com uniformes cirúrgicos
GETTY IMAGES/ISTOCKPHOTO / YAROSLAV ASTAKHOV

MADRID 5 jun. (EUROPA PRESS) -

A Central Sindical Independente e dos Funcionários (CSIF) manifestou nesta sexta-feira sua "total rejeição" ao anteprojeto do estatuto-quadro elaborado pelo governo, pois “exclui o direito à aposentadoria parcial e antecipada por coeficientes redutores, uma questão fundamental desde o início das negociações”, pelo que se cogita convocar mobilizações.

O sindicato afirma em um comunicado que o texto aprovado também reduziu questões salariais, como os trienios de categoria superior por promoção interna, o complemento específico e o de dedicação exclusiva nos pagamentos extras.

Por isso, considera que “a ministra descumpriu seu compromisso com o que foi acordado com os sindicatos do setor e o Governo, em seu conjunto, fecha a porta para a melhoria das condições de trabalho do pessoal da saúde, após mais de um ano de negociação. Isso representa, além disso, uma falta de respeito para com o pessoal da saúde que os sindicatos majoritários representam”, acrescentam.

Assim, o CSIF informa que iniciou “um período de reflexão para decidir a resposta sindical, sem descartar qualquer tipo de medida de pressão, mobilizações e até mesmo a greve”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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