Publicado 19/05/2026 08:07

O CSIF garantirá o cumprimento dos protocolos de segurança nas visitas a pessoas em quarentena

O representante do CSIF no Hospital Gómez Ulla, José García, fala com a imprensa em frente ao Hospital Gómez Ulla, em 11 de maio de 2026, em Madri (Espanha). García alertou para a iminente demissão de 200 trabalhadores temporários no hospital
Carlos Luján - Europa Press

Sindicato consegue a renovação de 200 contratos prestes a expirar no Hospital Gómez Ulla

MADRID, 19 maio (EUROPA PRESS) -

O representante da Central Sindical Independente e de Funcionários (CSIF) no Hospital Gómez Ulla de Madri, José García, explicou que irão zelar pela segurança dos trabalhadores enquanto se mantiver a quarentena dos espanhóis provenientes do cruzeiro “NV Hondius” e, sobretudo, para que “sejam cumpridos todos os protocolos de segurança” quando os espanhóis em isolamento começarem a receber visitas.

Treze dos quatorze espanhóis isolados tiveram resultado negativo no segundo teste PCR realizado nesta segunda-feira, uma semana após o primeiro teste. A partir de agora, eles poderão começar a sair de seus quartos, acessar áreas comuns e receber visitas de familiares.

O protocolo aprovado pela Comissão de Saúde Pública permite deslocamentos dentro do mesmo andar em que se encontram, e as visitas deverão seguir “as medidas de proteção e prevenção estabelecidas”. Caso os próximos testes também sejam negativos e as pessoas em quarentena não apresentem sintomas, poderão deixar o isolamento após cumprir 28 dias a partir da data de exposição.

Conforme indicou o porta-voz, o hospital está gerenciando e organizando, em primeiro lugar, a saída dos espanhóis dos quartos em que estavam isolados e, posteriormente, a chegada escalonada de suas visitas. O objetivo é garantir ao máximo a segurança dos pacientes, de seus amigos e familiares, bem como dos funcionários do centro.

Embora não tenha podido confirmar quando poderão sair dos quartos pela primeira vez ou receber visitas, ele explicou que isso será feito com EPIs, “tanto EPIs de isolamento por contato quanto por via aérea”, ou seja, macacão, máscara e luvas, “e até mesmo protetor ocular, se necessário”.

RENOVAÇÕES PERANTE A CRISE DO HANTAVÍRUS

Nesse contexto, o sindicato conseguiu, “com suas pressões e a colaboração na denúncia da mídia”, que fossem renovados os contratos de 200 pessoas que estavam prestes a ter seus contratos no centro rescindidos “de forma iminente”, apesar da crise causada pelo hantavírus.

Após conversas com a Função Pública, nas quais expressaram sua oposição ao término dos contratos — “especialmente neste momento, coincidindo com a quarentena dos espanhóis devido ao hantavírus” —, foi-lhes comunicada a renovação. Além disso, está previsto um reforço adicional no hospital com cerca de 70 pessoas.

Por outro lado, o sindicato exige que o centro negocie já a adaptação da jornada de trabalho à instrução da Função Pública de 35 horas, conforme estabelecido no acordo recentemente alcançado com a Função Pública.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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