Publicado 14/05/2025 09:18

A CSIF exige melhorias no Estatuto da Estrutura para todos os profissionais em uma nova reunião com o Serviço de Saúde

Imagem da manifestação em frente ao Ministério da Saúde.
CSIF

O sindicato também se reuniu em frente ao Ministério para pedir a García um compromisso financeiro no texto.

MADRID, 14 maio (EUROPA PRESS) -

A Central Sindical Independente e Funcionários Públicos (CSIF) realizou na quarta-feira uma nova reunião com o Ministério da Saúde para tratar do Marco Estatutário, na qual exigiu que as melhorias do novo texto sejam para todos os profissionais da saúde.

"Queremos melhorias para todas as profissões da saúde. Nossos profissionais estão exaustos de acorrentar contratos precários, de acumular tarefas sem serem reconhecidos, de não poder conciliar trabalho e vida familiar, e de acorrentar guardas e plantões noturnos por falta de pessoal", disse a presidente da CSIF Aragon Health, Jessica Fessenden.

Na reunião, que também contou com a participação de outros sindicatos, a CSIF propôs ao Ministério a implementação no Estatuto da carreira profissional em todas as Comunidades Autônomas, melhorias na provisão de cargos, mobilidade e avaliação de desempenho por meio de bônus de desempenho para todo o pessoal da saúde, entre outros aspectos.

Especificamente, a melhoria no provimento de cargos por meio de concursos, exames ou ambos foi abordada, pois o sindicato alega que muitos processos seletivos estão atrasados tanto em seu anúncio quanto em sua resolução.

Além disso, também foi discutida a melhoria da mobilidade por meio de concursos de transferência abertos e permanentes com resolução anual, avaliação de desempenho (complementos de desempenho), bem como a viabilização da carreira profissional em todas as Regiões Autônomas para que todos os funcionários da área de saúde possam se promover e progredir.

A CSIF também exigiu que o Ministério da Saúde apresente um projeto com uma proposta econômica concreta que satisfaça as demandas de todo o pessoal de saúde em termos de melhorias salariais e uma nova classificação para todos os grupos e categorias.

A reunião coincidiu com uma manifestação convocada pela CSIF em frente ao Ministério da Saúde em protesto contra a "falta de compromisso" da Ministra da Saúde, Monica Garcia, em relação aos aspectos econômicos decorrentes dessa lei.

Esse protesto faz parte do calendário de mobilizações que o Executivo da CSIF Sanidad aprovou em 9 de abril e que, segundo ele, se tornará cada vez mais rigoroso se o Ministério não reagir. O sindicato planeja realizar uma nova manifestação em 20 de maio.

PLANOS DE CONTINGÊNCIA PARA O VERÃO

Por outro lado, o sindicato apresentou um estudo que revela que 50% do pessoal do Sistema Nacional de Saúde é temporário, um fato que indica que é "especialmente preocupante" em vista do verão que se aproxima e das necessidades de pessoal que se tornarão efetivas devido às férias, e que "serão especialmente perceptíveis em áreas com alto fluxo de turistas".

Por esse motivo, a organização solicita que o Ministério da Saúde e as Regiões Autônomas comecem a elaborar planos para reforçar o pessoal de saúde neste verão, a fim de "evitar a saturação das emergências, o fechamento de leitos e centros de saúde, como tem acontecido todos os anos devido à falta de substituição e reforço do pessoal".

"Nossos profissionais de saúde estão exaustos e esgotados por terem contratos precários e não conseguirem conciliar trabalho e vida familiar. A falta de pessoal os obriga a trabalhar em turnos prolongados, noites, feriados, e tudo isso combinado com o acúmulo de tarefas e encadeamento de contratos precários. Por todas essas razões, pedimos ao Ministério e às Regiões Autônomas que não deixem para a última hora a avaliação das necessidades de pessoal", conclui o sindicato.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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