Alberto Ortega - Europa Press - Arquivo
MADRID 10 set. (EUROPA PRESS) -
A Central Sindical Independente e dos Funcionários Públicos (CSIF) exigiu do governo, por ocasião da comemoração do Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, que aumente seu compromisso na luta contra o suicídio por meio da implementação de medidas que protejam a saúde mental dos trabalhadores.
A secretária nacional de Prevenção de Riscos Ocupacionais da CSIF, Encarna Abascal, propõe o desenvolvimento de planos de prevenção de comportamentos suicidas nas empresas e órgãos públicos, a atualização e o aprimoramento das estatísticas, avaliações de riscos psicossociais e melhores condições de trabalho.
“A falta de estatísticas não é desculpa para ficarmos de braços cruzados. A prevenção do suicídio, a proteção da saúde mental e a criação de ambientes de trabalho saudáveis são responsabilidade de todos”, destaca.
O sindicato lembra que o suicídio é um “fenômeno complexo” que não pode ser atribuído a uma única causa. No entanto, um ambiente de trabalho com cargas excessivas, assédio, estresse crônico ou falta de apoio por parte da empresa “pode ter consequências muito graves para a saúde mental”, afirma.
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