Publicado 30/04/2026 09:44

O CSIF denuncia que nove funcionários do CNIO tiveram seus contratos rescindidos devido à “paralisia” que o centro vem enfrentando

No total, 20 pessoas perderam seus empregos

Archivo - Arquivo - CNIO
CNIO - Arquivo

MADRID, 30 abr. (EUROPA PRESS) -

A Central Sindical Independente e de Funcionários (CSIF) denunciou que nove trabalhadores do Centro Nacional de Pesquisas Oncológicas (CNIO), seis do departamento de informática e três do serviço de esterilização, tiveram seus contratos encerrados nesta quinta-feira, contratos esses que dependiam de empresas supostamente envolvidas na investigação por irregularidades nos contratos.

Dessa forma, o CSIF afirma que a saída desses trabalhadores eleva para cerca de vinte o número de demissões como consequência da “paralisia” na gestão que o centro vem sofrendo, decorrente da investigação e das mudanças na direção.

O sindicato explica que os demitidos anteriormente eram pessoal de apoio administrativo das secretarias dos diferentes departamentos de pesquisa, bem como da plataforma SAP — um sistema de gestão empresarial para processos administrativos, financeiros e de recursos humanos.

Por tudo isso, o CSIF, o sindicato representativo no comitê de empresa, solicitou uma reunião urgente ao Ministério da Ciência, Inovação e Universidades para abordar a situação que o centro enfrenta. Ao mesmo tempo, defendeu a recuperação da estabilidade, o reforço do quadro de funcionários nos cargos-chave que foram extintos e o desbloqueio definitivo da gestão.

Recentemente, foi nomeada uma nova diretora-gerente, Cristina Navarro, que solicitou tempo para avaliar a situação e tomar decisões. O CSIF já se reuniu com ela no âmbito do Comitê de Empresa e manteve várias conversas com o diretor científico, Fernando Peláez, mas também solicita um encontro com o departamento de Diana Morant.

"O Ministério realizou recentemente reuniões com associações de estudantes, mas ainda não convocou o CSIF, organização legitimamente constituída no Comitê de Empresa e que, portanto, detém legalmente a representatividade do conjunto dos trabalhadores. Essa circunstância é dificilmente justificável do ponto de vista da representação institucional e do diálogo social”, criticou o sindicato.

O CSIF considera imprescindível adotar medidas urgentes para recuperar a “estabilidade, credibilidade institucional e prestígio” do CNIO, garantindo uma gestão “transparente, profissional e orientada para o interesse público”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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