Publicado 20/10/2025 07:03

A CSIF denuncia o colapso do sistema de saúde devido à falta de reforços de pessoal antes do início da campanha de vacinação.

Archivo - Arquivo - Vacina contra a Covid-19, recuerso.
PYROSKY/ ISTOCK - Arquivo

MADRID 20 out. (EUROPA PRESS) -

A Central Sindical Independente e Funcionários Públicos (CSIF) denunciou que os serviços de saúde "estão sendo estressados" em toda a Espanha com o início da campanha de vacinação contra a gripe e a Covid-19, devido à ausência de reforços de pessoal, o que está causando a "saturação" das agendas dos profissionais de saúde.

"O pior ainda está por vir. Com a chegada do frio, o PS, como todos os anos, entrará em colapso e nossos governos não levam a saúde a sério. Começaram a temporada com quase nenhum reforço, ou pelo menos ainda não comunicaram os reforços que vão contratar", alertou o presidente do setor nacional de saúde da CSIF, Fernando Hontangas.

Nesse sentido, a organização sindical apontou as 7.813 licenças médicas registradas no setor de saúde em setembro, o que está relacionado à precariedade do emprego no setor, com uma natureza temporária que, segundo a organização, ainda é de 40%.

Ele também afirmou que há 12 comunidades autônomas que não incorporaram reforços para a campanha de vacinação; são elas Andaluzia, Aragão, Astúrias, Ilhas Baleares, Ilhas Canárias, Cantábria, Castela-La Mancha, Valência, Galícia, La Rioja, Múrcia e Navarra. Além disso, províncias como Palencia (Castilla y León), Barcelona e Tarragona (Catalunha) permanecem fora do recrutamento específico.

Em vista dessa situação, a CSIF exigiu um planejamento antecipado e coordenado em todo o país para organizar ações e campanhas de vacinação; o recrutamento de reforços em todas as categorias profissionais; e a ativação do Plano de Inverno pelas comunidades autônomas para antecipar os picos de demanda.

Além disso, ele pediu que as licenças médicas, afastamentos e substituições sejam totalmente cobertos, para que o pessoal não fique sempre sobrecarregado até o limite; e que os recursos sejam alocados de acordo com a vigilância epidemiológica, com base nos dados fornecidos pelo Sistema de Vigilância de Infecções Respiratórias Agudas (SiVIRA) do Instituto de Saúde Carlos III (ISCIII), que já alerta que as infecções ultrapassaram o limite epidêmico.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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