Publicado 10/02/2026 12:45

O CSIF defende o financiamento público do SNS e limita os serviços privados a casos pontuais.

Archivo - Arquivo - Manifestação do CSIF em Madri contra o empobrecimento social
CSIF - Arquivo

Nesta terça-feira, o Conselho de Ministros aprovou o anteprojeto de lei de Gestão Pública e Integridade do (SNS) MADRID, 10 (EUROPA PRESS)

A Central Sindical Independente e de Funcionários (CSIF) defendeu nesta terça-feira, após a aprovação do Anteprojeto de Lei de Gestão Pública e Integridade do Sistema Nacional de Saúde (SNS), que os serviços privados na área da saúde devem limitar-se a casos pontuais, como complemento quando a assistência pública não tem capacidade, e não devem se tornar um modelo integral de assistência.

Aguardando conhecer em detalhe o anteprojeto aprovado pelo Ministério da Saúde, o sindicato salientou que os serviços públicos de qualidade são “fundamentais” e que “um sistema público forte é a melhor opção para todos”.

Além disso, reitera que o Sistema Nacional de Saúde deve priorizar o financiamento público para melhorar a qualidade da assistência, bem como as condições de trabalho e remuneração, em linha com o acordo recentemente assinado sobre o Estatuto-Quadro.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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