MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -
O Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) e a Academia Chinesa de Ciências (CAS) realizaram uma reunião em Pequim para reforçar sua cooperação científica bilateral e, entre outros assuntos, promover o intercâmbio de pesquisadores.
Especificamente, durante o encontro, ambas as entidades assinaram uma emenda ao seu protocolo geral de atuação, assinado em 2025 em Madri, para impulsionar projetos conjuntos e desenvolver iniciativas em áreas-chave como agricultura, alimentação, biotecnologia, biodiversidade, economia circular e ciências marinhas.
Nesse sentido, o acordo dá “especial atenção”, explica o CSIC, à observação de variáveis oceânicas — como ventos, correntes, salinidade ou gelo marinho — e sua aplicação ao estudo das mudanças climáticas, saúde, teledetecção por satélite e ciência espacial.
Além dessa emenda, prevê-se impulsionar durante a viagem um novo acordo de colaboração com o Centro Nacional de Ciências Espaciais, subordinado à CAS e que lidera o desenvolvimento e a operação de missões científicas espaciais na China.
O encontro insere-se na viagem de trabalho da presidente do CSIC, Eloísa del Pino, e do vice-presidente de Relações Internacionais do Conselho, Francisco Javier Moreno, à China.
A Academia Chinesa de Ciências é a principal instituição de pesquisa em ciências naturais do país e uma referência internacional em áreas como ciência espacial, física espacial, teledetecção e tecnologias aplicadas a sistemas espaciais.
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