BARCELONA 19 nov. (EUROPA PRESS) -
Uma pesquisa realizada pela Universidade Autônoma de Barcelona (UAB), o Centro de Estudos e Pesquisa Espacial da UAB (CEREs-UAB), o Instituto de Estudos Espaciais da Catalunha (IEEC), a Universidade de Aveiro e a Universidade do Algarve (Portugal) demonstrou "com precisão sem precedentes" que a velocidade da luz continua sendo uma constante universal.
A invariância de Lorentz, ou seja, a constância da velocidade da luz, foi comprovada e é possível porque pequenas diferenças na velocidade de grupo dos fótons podem se acumular em atrasos mensuráveis no tempo de chegada à Terra, se os fótons forem emitidos simultaneamente de uma fonte localizada a uma distância muito grande, informa a UAB na quarta-feira em um comunicado.
Eles combinaram uma coleção de limites existentes de medições astrofísicas de raios gama de energia muito alta usando um novo método estatístico para testar vários parâmetros da extensão do modelo padrão, "amplamente usado por físicos teóricos, que violam a invariância de Lorentz".
Os pesquisadores esperavam provar que Einstein estava "errado", mas não conseguiram, e a pesquisa também aumentou o limite de precisão da medição da constância da velocidade da luz por um fator de 10.
O estudo para testar experimentalmente as previsões das teorias da gravidade quântica "continua" e em breve terá instrumentos de nova geração, como o Cherenkov Telescope Array Observatory nas Ilhas Canárias, projetado para melhorar o desempenho na detecção de raios gama de energia muito alta de fontes muito distantes.
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