ONSEJO GENERAL DE FARMACÉUTICOS
MADRID 19 mar. (EUROPA PRESS) -
O Conselho Geral de Associações Oficiais de Farmacêuticos (CGCOF) e o Ministério do Interior assinaram um acordo de colaboração para evitar agressões a farmacêuticos, bem como para proteger os grupos mais vulneráveis, oferecendo mecanismos de alerta precoce, aproveitando a proximidade desses profissionais de saúde com a população.
"É um acordo da maior importância para a Secretaria de Estado de Segurança, dada a extensa distribuição geográfica da rede de farmácias, sua proximidade com a sociedade e, acima de tudo, com as pessoas mais vulneráveis, o que lhes permitirá nos dar avisos antecipados para que as Forças de Segurança possam agir de forma preventiva, e sem esquecer a melhoria na proteção do pessoal de saúde que este acordo implica", disse o Secretário de Estado de Segurança, Rafael Pérez Ruiz.
O presidente da CGCOF, Jesús Aguilar, enfatizou que "tanto as Forças e o Corpo de Segurança do Estado quanto a profissão farmacêutica, coordenada por sua Organização Farmacêutica Colegiada, sempre foram sensíveis às necessidades dos mais frágeis e vulneráveis, implementando ações para cuidar deles e protegê-los".
Ambas as partes reafirmaram que seu principal objetivo é garantir a proteção de pessoas vulneráveis, como menores de idade ou pessoas com diversidade funcional, bem como grupos que podem ser particularmente vulneráveis a determinados fenômenos, que "requerem cuidados e assistência adequados".
O acordo inclui treinamento para farmacêuticos e funcionários de farmácias, pelo Interior, para prevenir, conscientizar, informar e sensibilizar sobre os diferentes tipos de agressão. Entre outras coisas, será oferecido treinamento sobre dicas de prevenção e autoproteção para situações que podem afetar determinados grupos com mais frequência.
As farmácias também receberão material de prevenção e conscientização e alertas do Centro Nacional de Pessoas Desaparecidas (CNDES). O Conselho Geral de Farmacêuticos colaborará com a divulgação das campanhas do Ministério do Interior sobre a proteção dos profissionais de saúde e a prevenção e denúncia de agressões, bem como os riscos que ameaçam a segurança de grupos vulneráveis que precisam de proteção especial.
Também desenvolverá ações para conscientizar os farmacêuticos sobre a importância de informar ao Centro Nacional de Pessoas Desaparecidas as suspeitas de situações de risco ou insegurança a que estão expostas as pessoas que necessitam de proteção especial e que frequentam as farmácias comunitárias.
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