MADRID 9 jun. (EUROPA PRESS) -
A vice-presidente do Conselho Geral das Ordens Oficiais de Farmacêuticos, Marta Galipienzo, destacou que a prevista eliminação do cupom de selo e sua substituição por um sistema digital “deve contribuir sempre para facilitar o trabalho do farmacêutico e reduzir a já elevada carga burocrática que ele assume”.
“Só assim ele poderá dedicar mais tempo a atender os cidadãos e responder às suas crescentes necessidades em relação à saúde e aos medicamentos”, observou Galipienzo, que detalhou que a reforma normativa aprovada nesta terça-feira no Conselho de Ministros “atende ao pedido” do Conselho Geral das Ordens dos Farmacêuticos.
Segundo explicou, o Conselho Geral de Farmacêuticos informou que, para eliminar o cupom de selo, “antes” era necessário realizar as reformas normativas e técnicas necessárias. Nesse sentido, destacou sua colaboração com o Ministério da Saúde para garantir a coordenação regional na implantação do modelo digital, no âmbito de uma área “tão sensível” como é a prestação de serviços farmacêuticos.
Marta Galipienzo afirmou que as farmácias e os farmacêuticos colaborarão na implementação deste novo sistema, tal como têm vindo a fazer em outras soluções digitais ao serviço do Sistema Nacional de Saúde (SNS), assim que se conhecer o seu verdadeiro alcance e impacto sobre a prestação farmacêutica.
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