Publicado 06/04/2026 06:11

O Conselho de Enfermagem e a ASPE unem esforços para fortalecer e dar visibilidade ao papel do enfermeiro na saúde privada

O Conselho de Enfermagem e a ASPE unem esforços para reforçar e dar visibilidade ao papel do enfermeiro na saúde privada
CONSEJO GENERAL DE ENFERMERÍA

MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -

Representantes do Conselho Geral de Enfermagem e da Aliança da Saúde Privada Espanhola (ASPE) realizaram uma primeira reunião na qual começaram a traçar linhas estratégicas conjuntas e uniram esforços para reforçar e dar visibilidade ao papel da enfermeira na saúde privada.

Para a primeira dessas instituições, “é muito importante estar à disposição de todas as enfermeiras espanholas, e isso passa por oferecer o mesmo apoio e lutar pelos direitos de nossas profissionais que trabalham em instituições privadas”, destacou seu presidente, Florentino Pérez Raya, que valorizou “grandes projetos como a prescrição com receita privada”.

Em sua opinião, o avanço da profissão “passa pela união tanto dos profissionais do sistema de saúde público quanto do privado”. Por isso, e para o apoio e o desenvolvimento da prática de enfermagem e de seus profissionais neste âmbito, foi realizado este encontro, já que estes representam, aproximadamente, 25% do total de enfermeiros registrados que trabalham atualmente, de acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde.

Neste encontro, “foram apresentados projetos de desenvolvimento das competências das enfermeiras na Saúde Privada, de fomento à liderança e linhas de ação compartilhadas, aproveitando o Centro Nacional de Liderança da Profissão de Enfermagem do Conselho Geral de Enfermagem”, destacou seu secretário-geral, Diego Ayuso, que acrescentou ser necessário aumentar o protagonismo das enfermeiras “tanto na área clínica quanto na área administrativa”.

MODELOS MAIS RESOLUTIVOS E SUSTENTÁVEIS

Pérez Raya considera que o avanço profissional e o desenvolvimento de competências devem ser “iguais” nos sistemas público e privado. As profissionais contam “com uma formação de altíssimo nível e competências cada vez mais amplas e definidas”, destacou, enquanto a presidente da ASPE, Herminia Rodríguez, afirmou que trabalhar em conjunto “permite alinhar esforços para fortalecer o conjunto do sistema de saúde, impulsionando modelos mais eficazes e sustentáveis”.

O objetivo é que estes “abordem a consolidação das competências próprias da Enfermagem e o desenvolvimento da equipe de Enfermagem como um todo”, prosseguiu esta última. Precisamente nessa linha, o Conselho Geral de Enfermagem estabeleceu, em 2023, um projeto piloto para que as enfermeiras que trabalham no setor privado possam emitir suas prescrições, ou seja, as chamadas ordens de dispensação.

Para isso, essas profissionais podem solicitar talões à corporação, o que devem fazer por meio das associações provinciais de Enfermagem. Assim, elas dispõem de um balcão único após um processo de identificação, o que representa uma melhoria na agilidade da assistência, além de reforçar a segurança do paciente para combater a automedicação.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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