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MADRID 18 mar. (EUROPA PRESS) -
O Congresso da Cidade do México aprovou quase por unanimidade na terça-feira uma decisão que proíbe as touradas com violência, uma iniciativa que estipula que, após vários minutos de tourada, o animal deve ser devolvido ao seu dono.
A iniciativa, que foi proposta pela prefeita Clara Brugada e aprovada com 61 votos a favor e apenas um contra, inclui a proibição de piques e espadas durante as touradas, bem como a proteção dos chifres para evitar ferimentos no animal.
Alguns dos deputados que justificaram seu voto enfatizaram que o sofrimento dos animais não pode ser justificado com a desculpa da tradição e destacaram o fato de que essa é uma questão que alinha as posições do governo e da oposição, de acordo com o jornal 'El Universal'.
Os ativistas da causa animal que se reuniram do lado de fora dos portões do Congresso na Cidade do México comemoraram o resultado da votação, embora tenham expressado sua determinação de continuar trabalhando para conseguir a proibição total dos espetáculos de touradas.
A decisão aprovada pelo Congresso entrará em vigor dentro de sete meses, período durante o qual o governo mexicano deverá publicar novos regulamentos que regem a celebração de touradas não violentas na capital do México, um país com uma longa tradição de touradas.
A Cidade do México se junta à lista de países e cidades latino-americanos que proibiram - ou pelo menos regulamentaram - as touradas. No ano passado, a Colômbia foi o último país a proibir as touradas com a lei "No more Olé", com um período de transição até 2027.
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