MADRID 22 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo chinês finalmente expressou suas condolências nesta terça-feira pela morte do Papa, em uma primeira reação na qual elogiou as relações "construtivas" mantidas nos últimos anos entre Pequim e o Vaticano.
Olhando para o futuro, as autoridades do gigante asiático esperam avançar nessa "melhoria contínua" dos laços, nas palavras do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, citado pelo jornal oficial 'Global Times'.
A Santa Sé e o país asiático renovaram em novembro passado um acordo bilateral chave para nomear bispos por consentimento mútuo por mais quatro anos, até 2028. Até 2019, Pequim nomeou os bispos que desejava unilateralmente, sem a aprovação do papa, o que levou ao surgimento de bispos clandestinos - perseguidos pelo regime chinês - que permaneceram leais ao Vaticano.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático