Publicado 24/04/2025 08:19

A China enviará uma equipe da Rússia, Itália, Irã, Turquia e Peru para a Lua.

Ilustração artística da futura missão Chang'e-8 em órbita lunar
CNSA

MADRID, 24 abr. (EUROPA PRESS) -

A sonda lunar Chang'e-8 da China, cujo lançamento está previsto para 2029, levará cargas úteis de 11 países, revelou a Administração Espacial Nacional da China (CNSA).

O anúncio foi feito durante a cerimônia de abertura do Dia Espacial da China 2025, que é realizado anualmente em 24 de abril.

A missão Chang'e-8 terá como alvo o Planalto Leibnitz-Beta, próximo à região polar sul lunar, e colaborará com a missão anterior Chang'e-7 para realizar exploração científica e experimentos de utilização de recursos in situ. Esses esforços estabelecerão a base para a futura Estação Internacional de Pesquisa Lunar (ISSL), informa a Xinhua.

TAMBÉM ÁFRICA DO SUL E PAQUISTÃO

De acordo com a CNSA, os 10 projetos colaborativos selecionados incluem um robô multifuncional projetado por pesquisadores de Hong Kong, um rover lunar desenvolvido pelo Paquistão e pela Sociedade Internacional de Sistemas de Veículos Terrestres (ISTVS), um rover de exploração feito pela Turquia e instrumentos de radioastronomia da África do Sul e do Peru.

Os projetos também incluem matrizes de retrorrefletores a laser da Itália, o analisador de plasma e poeira e o detector de partículas de alta energia da Rússia, o analisador de nêutrons da Tailândia, o sistema de imagens da superfície lunar do Bahrein e do Egito e o monitor de potencial lunar do Irã.

A CNSA anunciou em outubro de 2023 oportunidades de cooperação internacional para a missão lunar Chang'e-8, que ofereceu 200 quilos de recursos de carga útil a parceiros globais. Um total de 41 propostas de cooperação foram recebidas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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