Lhasa fire and rescue mobile detachment / Xinhua N
MADRID 2 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades chinesas elevaram nesta quarta-feira para 21 o número de mortos após a devastadora enchente ocorrida na semana passada na zona de fronteira entre a região autônoma chinesa do Tibete e o Nepal, que já deixou mais de 1.100 mortos em território nepalês.
Assim, as autoridades da referida região, conhecida na China como Xizang e localizada no sudoeste do país, confirmaram a morte de pelo menos 21 pessoas e estimaram em 541 o número de desaparecidos em solo chinês, segundo informações da emissora de televisão CGTN.
Das quase 550 pessoas que continuam desaparecidas — um número que as autoridades vêm reduzindo à medida que os corpos de alguns dos desaparecidos são encontrados —, estima-se que cerca de 260 sejam cidadãos estrangeiros.
Por outro lado, as autoridades informaram que a rodovia que liga ao posto fronteiriço de Gyirong, na região mais afetada da China, está novamente em funcionamento após os trabalhos completos de limpeza e remoção de lama e escombros que vêm sendo realizados na área.
Desde que ocorreu o desastre, as estradas que atravessam o vale sofreram graves danos, com a presença de rochas e lama bloqueando o acesso em várias áreas. Durante a fase inicial da operação de resgate, as equipes realizaram buscas preliminares, principalmente a pé, utilizando drones para reconhecimento e transportando equipamentos leves por via aérea. Agora, as operações poderão ser retomadas de forma mais abrangente.
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