MADRID 15 dez. (EUROPA PRESS) -
O Comitê de Greve da Confederação Espanhola de Sindicatos Médicos (CESM) e o Sindicato Médico da Andaluzia (SMA) indicaram em um comunicado na segunda-feira que a reunião de segunda-feira entre o Ministério da Saúde e os sindicatos da Área de Negociação, na qual o ministério avançou que as posições foram aproximadas em um acordo sobre os pontos de discrepância no texto do Estatuto Marco, não inclui a negociação que está sendo realizada com o Comitê de Greve, que ocorrerá na quarta-feira, 17 de dezembro.
Por esse motivo, ambas as formações especificam que, nessa reunião da Área em que o CESM está presente, as solicitações do coletivo médico representado pelo Comitê de Greve não foram atendidas, "e, portanto, não houve aproximação nos pontos que continuam a distanciar o coletivo médico da Administração, Entre eles estão o estatuto próprio e o âmbito de negociação, uma classificação profissional adequada, uma regulamentação digna das horas de trabalho e do plantão, a declaração da medicina como profissão de alto risco, a eliminação da mobilidade forçada e a não discriminação no regime de incompatibilidade".
Portanto, conforme acordado na última reunião de 11 de dezembro, esses pontos serão abordados em novas reuniões, sendo a primeira delas nesta quarta-feira, a fim de negociar e tentar se aproximar das principais demandas que afetam diretamente a profissão médica.
Por fim, o CESM e a SMA também esclarecem que a continuidade da greve e as próximas mobilizações a serem realizadas dependerão da evolução dessas reuniões, após consulta às respectivas executivas, mas a greve nacional de médicos e médicas permanece convocada enquanto novas datas e ações são decididas.
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