Fernando Sánchez - Europa Press
MADRID 16 mar. (EUROPA PRESS) - A Confederação Espanhola de Sindicatos Médicos (CESM) comemorou o fato de que 80% dos médicos e profissionais da área médica aderiram às paralisações da greve desta segunda-feira na assistência hospitalar, enquanto na Atenção Primária a adesão ultrapassou 50%.
Segundo a Confederação, trata-se de números semelhantes aos registrados durante a semana de greve em fevereiro passado. A organização afirma que os serviços mínimos impostos foram “muito superiores” aos estabelecidos em feriados ou períodos de férias — entre 70% e 80% —, como também ocorreu na convocação anterior, quando várias comunidades recorreram judicialmente contra essa imposição.
A Confederação lamenta os transtornos que esta paralisação possa causar aos pacientes, mas lembra que se trata da “última opção” a que os profissionais recorrem para buscar soluções para a situação pela qual passam há anos, o que, por sua vez, “repercute na assistência prestada à população”.
A de segunda-feira é a primeira das cinco jornadas de greve convocadas em março, nas quais os sindicatos regionais organizaram concentrações e manifestações em todo o território para demonstrar sua rejeição à norma ministerial e a exigência de dispor de um espaço de negociação próprio para suas condições de trabalho, que permita atender às reivindicações do coletivo.
Por fim, a CESM lembrou que mantém a porta aberta para o diálogo com o Ministério da Saúde a fim de desbloquear a situação, mas lamentou que não tenha havido nenhum contato formal com o Comitê de Greve, pelo que as mobilizações continuarão até junho.
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