Marta Fernández - Europa Press - Arquivo
MADRID 15 set. (EUROPA PRESS) -
O Comitê Espanhol de Representantes de Pessoas com Deficiência (CERMI) solicitou ao Congresso dos Deputados que, na fase final da tramitação da reforma das leis sobre deficiência e dependência, atualmente em andamento, aprove as melhorias introduzidas pelo Senado em relação ao benefício para cuidados a menores afetados por câncer ou outra doença grave (CUME).
Para o CERMI, as modificações aprovadas pela Câmara Alta representam um avanço em relação ao regime vigente na proteção das famílias que têm sob seus cuidados menores com necessidades intensas e contínuas de cuidados e respondem a uma realidade social que exige uma maior adequação da proteção econômica e social às situações de especial vulnerabilidade.
O CERMI considera que a CUME constitui um instrumento indispensável para permitir que as famílias possam conciliar o cuidado direto, contínuo e permanente de seus filhos e filhas com a permanência no emprego, evitando que o ônus de lidar com uma situação grave de saúde recaia exclusivamente sobre as famílias e acabe provocando a perda do emprego, a redução da renda ou uma maior precariedade econômica.
Por isso, a entidade solicitou aos grupos parlamentares que apoiem as melhorias propostas pelo Senado e evitem que elas sejam rejeitadas na última fase do processo legislativo.
O CERMI relembrou que as políticas públicas de proteção social devem incorporar uma perspectiva de deficiência e de apoio às famílias, especialmente quando ocorrem situações que implicam grandes necessidades de cuidados, atendimento especializado e uma dedicação familiar extraordinária.
Nesse sentido, o movimento considera positivo que o Senado tenha acolhido propostas que permitem avançar rumo a uma CUME mais adaptada às necessidades reais das famílias e entende que agora cabe ao Congresso consolidar esse progresso por meio da aprovação definitiva da lei.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático