Publicado 30/09/2025 06:10

CEAFA pede maior inclusão social de idosos com demência

Archivo - Arquivo - Pessoa idosa, demência, Alzheimer, velhice
JACOB WACKERHAUSEN/ ISTOCK - Arquivo

MADRID 30 set. (EUROPA PRESS) -

A Confederação Espanhola de Alzheimer e outras Demências (CEAFA) pediu nesta terça-feira uma maior inclusão social das pessoas idosas com este tipo de patologia, e destacou que estes pacientes não só precisam de cuidados, mas também "merecem" espaços para participar, decidir e ser ouvidos.

"Os idosos com demência continuam sendo cidadãos com direitos, com histórias pessoais, com capacidades que devem ser reconhecidas", disse a organização, que explicou que na Espanha há mais de 1,2 milhão de pessoas com algum tipo de demência, e a maioria delas tem mais de 65 anos, por ocasião do Dia Internacional do Idoso, que é comemorado nesta quarta-feira.

Por isso, o CEAFA pediu que a abordagem da demência vá "além" do modelo de atendimento e seja apoiada por políticas de inclusão social, acessibilidade cognitiva e participação ativa dessas pessoas em suas comunidades.

Além disso, insistiu que a criação de ambientes amigáveis à demência não apenas melhora a qualidade de vida das pessoas que vivem com demência, mas também favorece a coexistência com seu ambiente, uma transformação que deve ser acompanhada de treinamento, conscientização e vontade política.

"Os espaços públicos, os serviços de saúde e as instituições devem assumir o desafio de se adaptar a uma realidade que afeta milhões de pessoas", enfatizou o CEAFA.

O CEAFA também pediu uma mudança na forma como encaramos o envelhecimento e a demência, deixando para trás a abordagem "paternalista" e optando pelo respeito, dignidade e autonomia dos pacientes.

"Os idosos com demência não são apenas receptores de cuidados, eles são os protagonistas de suas vidas. Reconhecer isso é o primeiro passo para uma sociedade verdadeiramente inclusiva", concluiu o CEAFA.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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