Publicado 17/09/2026 09:28

A CEAFA exige que Mónica García garanta o financiamento público de novos medicamentos para retardar o Alzheimer

Imagem do vídeo publicado pela CEAFA.
CEAFA

Por meio de um vídeo no qual participaram mais de 500 pessoas

MADRID, 17 set. (EUROPA PRESS) -

A Confederação Espanhola de Alzheimer e Outras Demências (CEAFA) exigiu da ministra da Saúde, Mónica García, o financiamento público dos novos tratamentos para retardar o Alzheimer.

A entidade divulgou nesta quinta-feira um vídeo no qual mais de 500 pessoas com diagnóstico de Alzheimer, familiares e profissionais de saúde repetem, uma após a outra, a mesma frase: “Não podemos esperar mais”.

O vídeo é dirigido diretamente à ministra da Saúde, Mónica García, a quem pedem que o Ministério financie os tratamentos inovadores já autorizados pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) e pela Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS) para retardar a progressão da doença em seus estágios iniciais.

“Pela primeira vez, contamos com tratamentos autorizados capazes de retardar a progressão do Alzheimer em seus estágios iniciais. No entanto, a Espanha decidiu não financiá-los. Para aqueles que poderiam se beneficiar deles, cada dia conta: enquanto esperam, a doença continua avançando”, destacou a presidente da CEAFA, Mariló Almagro, na introdução do vídeo.

Com essa ação, a CEAFA quer transmitir que a demanda por acesso aos novos tratamentos não é uma reivindicação isolada, mas uma exigência compartilhada por milhares de famílias em toda a Espanha que há mais de vinte anos não veem avanços terapêuticos reais contra a doença.

A Confederação faz um apelo à sociedade para que ajude a divulgar essa mensagem e pede expressamente à ministra da Saúde uma mudança: “O ‘não’ não é mais uma resposta. Não podemos esperar mais”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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