Marta Fernández - Europa Press
MADRID 8 jul. (EUROPA PRESS) -
O secretário de Saúde de Castela-La Mancha, Jesús Fernández Sanz, criticou o fato de as comunidades autônomas terem tomado conhecimento, pela imprensa, dos acordos do Ministério da Saúde relativos aos residentes e afirmou que “isso não é normal”.
Nesse sentido, ele destacou que a Comissão Delegada de Recursos Humanos do Sistema Nacional de Saúde (SNS) — da qual fazem parte todas as comunidades autônomas —, bem como os secretários de Estado, tomaram conhecimento pela imprensa dos acordos do Ministério da Saúde relativos aos MIR (Médicos Internos Residentes), EIR (Enfermeiros Internos Residentes) e PIR (Psicólogos Internos Residentes). “É assim mesmo; agora que venham me desmentir, essa é a verdade”, acrescentou.
Em seguida, lamentou que “não seja normal” que a Comissão Delegada de Recursos Humanos, que é a comissão técnica encarregada de tratar de questões como os plantões, não participe desse tipo de decisão. “Temos o dinheiro que temos e precisamos administrá-lo. Se o investirmos para melhorar os plantões dos residentes, não poderemos investi-lo para melhorar os plantões daqueles que não são residentes”, afirmou.
Nesse ponto, ele indicou que “certamente, se houver diálogo”, será possível investir em todas as áreas de maneira “mais adequada”. “O que estou dizendo é simples: quando chegamos à mesa, colocamos um programa em discussão e conversamos sobre o que vamos fazer, minha experiência tem sido positiva”, observou.
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