Juanma Serrano - Europa Press - Arquivo
SANTANDER 13 fev. (EUROPA PRESS) - O Governo da Cantábria (PP) aprovou na quinta-feira, em sua reunião semanal, o decreto de serviços mínimos para a greve dos médicos convocada a nível nacional e apoiada pelo Sindicato Médico da comunidade, para a próxima semana, ou seja, de 16 a 20 de fevereiro, bem como para as greves de março (16-20), abril (27-30), maio (18-22) e junho (15-19), com o objetivo de reivindicar um estatuto próprio.
O decreto, publicado nesta sexta-feira no Boletim Oficial da Cantábria (BOC), destaca a necessidade de “ponderar os interesses em conflito, que são o exercício do direito à greve com o direito dos cidadãos à saúde e à assistência médica, não podendo este impedir o exercício daquele, mas também não pode este exercício ser tão exorbitante que coloque em risco a saúde e os cuidados de saúde da população, pelo menos, nos cuidados urgentes e não adiáveis”. Nele são fixados os serviços mínimos em cuidados especializados nos diferentes hospitais (Valdecilla; Sierrallana; Comarcal de Laredo e Tres Mares) e também na Primária.
O BOC também publicou a ordem da Secretaria da Presidência, com competências também em matéria de segurança, que estabelece os serviços mínimos para os trabalhadores sanitários da empresa que presta o serviço de transporte por helicóptero para intervenções de salvamento e resgate, transporte sanitário e outras de Proteção Civil, bem como no serviço de assistência sanitária em emergências atendidas pela equipe de resgate e salvamento do Serviço de Proteção Civil do Governo da Cantábria.
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