Gustavo Valiente - Europa Press
MADRID 27 fev. (EUROPA PRESS) -
O Ministro Regional da Saúde, Antonio Gómez Caamaño, criticou o Ministério da Saúde por sua gestão nas negociações sobre o Estatuto Marco por "seguir sozinho" apesar do fato de que "todos" concordam que ele precisa ser atualizado, o que levou a numerosas mobilizações de médicos contra o documento preliminar.
"É uma pena que a questão do estatuto, que todos concordam que precisa ser alterado, tenha se tornado um problema. Não se pode agir sozinho nessas questões. Os médicos e enfermeiros não podem ficar sabendo da minuta pelo jornal", disse Caamaño durante um café da manhã para a Europa Press.
Ele também considerou que o documento deveria ser acompanhado por um relatório econômico para tornar possível sua implementação real, algo que ainda não foi publicado pelo Departamento de Saúde. "As declarações de intenção são boas, mas não são suficientes", acrescentou.
Caamaño também minimizou a importância de um estatuto exclusivo para médicos, embora acredite que o texto deva levar em conta as "singularidades" dos médicos, como um "bacharelado brilhante, um vestibular brilhante, um curso de seis anos, um exame MIR e uma especialidade de quatro ou cinco anos".
Quanto à exclusividade dos médicos, um dos pontos mais polêmicos do anteprojeto da Saúde, o Ministro Regional enfatizou que "é contra" e que, se for para ser aplicada, o Ministério deve "pagá-los".
Quanto às greves, Caamaño enfatizou que "não gosta" das greves porque elas têm repercussões para os pacientes, embora as "respeite" e "ache que são justas".
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