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MADRID 29 out. (EUROPA PRESS) -
O escritório da ONU para os Direitos Humanos se declarou "horrorizado" com os efeitos de uma operação policial lançada na terça-feira em favelas do Rio de Janeiro, que resultou em mais de 60 mortes, entre elas vários agentes das forças de segurança.
Para as Nações Unidas, essa operação contra o Comando Vermelho é a prova de uma "tendência" das "consequências letais" das ações policiais em áreas com "comunidades marginalizadas".
Por esse motivo, a organização pediu investigações "rápidas e eficazes" e lembrou às autoridades sua obrigação de respeitar o direito internacional em todos os momentos, de acordo com os apelos lançados anteriormente diante do aparente uso excessivo da força.
Com pelo menos 64 mortos, esta é a operação mais mortal da história no Rio de Janeiro, uma cidade onde tais operações são relativamente comuns. Somente em 2025, a Polícia Federal realizou cerca de 180 operações na cidade, 24 das quais relacionadas ao tráfico de drogas e armas.
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva deve se reunir com vários ministros na quarta-feira para coordenar as ações de seu governo.
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