Publicado 02/08/2025 11:17

Boric chega à mina El Teniente para observar o resgate de cinco trabalhadores presos

As equipes de resgate avançaram 15 metros até a área onde os mineiros foram localizados pela última vez.

A Ministra de Minas do Chile, Aurora Williams, supervisiona o primeiro gabinete de crise para o colapso da mina El Teniente.
MINISTERIO DE MINERÍA DE CHILE

MADRID, 2 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Chile, Gabriel Boric, iniciou no sábado uma visita à mina El Teniente (no departamento de Rancagua, no centro do país) para observar de perto o trabalho de resgate dos cinco funcionários que ficaram presos ontem no desmoronamento que ocorreu após um terremoto na região.

O terremoto de magnitude 4,3 causou um desmoronamento que matou um mineiro, identificado como Paulo Marín Tapia, feriu outros nove e prendeu os cinco.

A operadora estatal da mina, a Corporação Nacional do Cobre, mais conhecida como CODELCO, disse em seu último relatório, na madrugada de sábado, que as equipes de escavação avançaram 15 metros até o local onde se acredita que os cinco mineiros estejam presos.

Na sexta-feira passada, o presidente da CODELCO, Rubén Alvarado, estimou que a posição dos mineiros foi identificada pela última vez a 20 metros do início da escavação, o que significa que faltavam apenas cinco metros.

Antes disso, porém, uma grande quantidade de terra ainda precisa ser removida. A CODELCO informou que suas equipes conseguiram remover 2.000 toneladas de rocha, um pouco menos do que as 5.000 toneladas que precisam ser removidas para chegar aos mineiros. Atualmente, há cerca de cem pessoas trabalhando em equipes de 36 pessoas e todos os indicadores sísmicos mostram que a situação é estável e não há perigo de tremores secundários após o terremoto.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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