Publicado 15/01/2026 13:18

O balanço oficial do Governo de Hong Kong aponta para 168 mortos no incêndio do arranha-céus de Tai Po.

Imagem de arquivo do complexo de arranha-céus incendiado em Hong Kong.
Europa Press/Contacto/Vernon Yuen

MADRID 15 jan. (EUROPA PRESS) - As autoridades de Hong Kong fixaram nesta quinta-feira em 168 o número oficial de mortos, a maioria mulheres, pelo trágico incêndio que ocorreu no final de novembro de 2025 e que afetou um complexo de arranha-céus no bairro de Tai Po.

Isso foi confirmado durante uma coletiva de imprensa pelo secretário de Segurança da região, Chris Tang Ping, após a conclusão do processo de identificação de todas as vítimas fatais, entre as quais se encontram 110 mulheres e 58 homens com idades entre seis meses e 98 anos, de acordo com informações do jornal “The Standard”.

O número inclui agora sete pessoas que não haviam sido contabilizadas anteriormente e torna este incêndio o mais mortal do mundo registrado em um arranha-céu residencial desde os anos 80.

Tang indicou que, por enquanto, os nomes dos falecidos não serão divulgados “por respeito aos familiares, que estão passando por um momento muito difícil”. Nesse sentido, ele esclareceu que todas as famílias foram notificadas em tempo hábil. Entre as vítimas estão um bombeiro, dois designers de interiores e cinco trabalhadores da construção civil, além de uma dezena de empregados domésticos.

O incêndio se tornou o mais letal desde 1948 em Hong Kong, quando uma explosão seguida de um incêndio em um armazém em Shek Tong Tsui matou pelo menos 176 pessoas. Este incidente representa uma verdadeira crise para as autoridades de Hong Kong, que começaram a agir para sufocar qualquer foco de protesto.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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