MADRID 18 jun. (EUROPA PRESS) -
Pesquisadores da Universidade de Tianjin, na China, alcançaram um marco na produção de hidrogênio com energia solar que aumenta a eficiência de conversão para um recorde de 5,1%.
A descoberta, publicada na Nature Communications, oferece um caminho promissor para a tecnologia de "folhas artificiais" em escala, informou o Science and Technology Daily, citando a Xinhua.
As "folhas artificiais" são dispositivos à base de silício que usam a energia solar para separar o hidrogênio e o oxigênio da água, produzindo assim energia de hidrogênio de forma limpa.
Liderada por Wang Tuo, professor da Escola de Engenharia Química e Tecnologia, a equipe de pesquisa abordou as limitações críticas dos sistemas imparciais de divisão de água solar, que produzem hidrogênio sem tensão externa.
Seu inovador fotoanodo de sulfeto de índio (In2S3) supera o tradicional compromisso entre condutividade e transparência da luz.
"Nosso projeto semitransparente acelera simultaneamente a reação de oxidação da água e permite que os fótons alcancem o fotocátodo, minimizando o desperdício de energia", disse Wang, autor correspondente do estudo.
SUPERA O SILÍCIO
Validado em um sistema autônomo alimentado inteiramente por energia solar, o dispositivo atingiu uma eficiência de STH de 5,1%, superando a referência de 5% para sistemas convencionais que usam fotocátodos de silício com fotoanodos inorgânicos. Isso marca a maior eficiência já registrada para essas configurações, disse Wang.
A pesquisa oferece soluções inovadoras para dois desafios persistentes: transferência lenta de elétrons interfaciais e perdas ópticas significativas.
Com mais otimização, espera-se que a tecnologia abra caminhos para o desenvolvimento de "folhas artificiais" econômicas e duráveis.
As possíveis aplicações das "folhas artificiais" incluem unidades de geração de hidrogênio integradas a fachadas de edifícios, telhados ou usinas de produção em áreas desérticas, acrescentou Wang.
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