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MADRID 1 jun. (EUROPA PRESS) -
A população migrante recorre menos ao sistema de saúde do que as pessoas nascidas na Espanha e seu acesso, “frequentemente”, é “mais limitado, mais intermitente” e “mais tardio”, segundo o relatório “Estado de saúde e uso do sistema de saúde pela população migrante na Espanha”, elaborado pelo Ministério da Saúde.
“As pessoas nascidas na Espanha apresentam um maior uso em praticamente todos os níveis de assistência, na Atenção Primária, mais consultas, mais procedimentos, maior consumo de medicamentos e maior prevalência de doenças crônicas”, destacou nesta segunda-feira a ministra da Saúde, Mónica García, na apresentação do documento.
Especificamente, a população nascida na Espanha apresenta entre 18% e 51% mais consultas na Atenção Primária (AP), entre 32% e 69% mais consumo de medicamentos e entre 24% e 38% mais doenças crônicas do que a população imigrante.
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