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MADRID 24 maio (EUROPA PRESS) -
O caos que se instalou nas primeiras horas após a explosão de sábado na mina de carvão de Liusenyu, no norte da China, levou as autoridades chinesas a revisarem para baixo o número de mortos no incidente, que agora passa a ser de 82, contra os 90 confirmados inicialmente, segundo explicaram as autoridades locais.
O chefe do governo local do condado de Qinyuan, Guo Xiaofang, foi o responsável por fornecer neste domingo o balanço atualizado do que continua sendo o pior acidente em mina no país em mais de 15 anos. Os feridos, um total de 128, foram estabilizados no hospital.
No momento do incidente, por volta das 19h29 (hora local) desta sexta-feira, os níveis de monóxido de carbono no interior da mina “superavam amplamente os limites permitidos em uma mina de carvão na cidade”, de acordo com as primeiras avaliações do ocorrido. Um responsável pela operadora da mina, o Grupo Shanxi Tongzhou, já está sob custódia das autoridades para ser interrogado.
O presidente chinês, Xi Jinping, deu “instruções importantes” às equipes mobilizadas no local, às quais instou a fazer “todo o possível” para encontrar e resgatar as pessoas que continuam desaparecidas, bem como para prestar atendimento a todos os feridos.
“É preciso envidar todos os esforços possíveis para atender aos feridos, organizar de forma científica as operações de busca e resgate e gerenciar adequadamente as consequências”, segundo o comunicado enviado pela Secretaria Geral do Partido Comunista da China em relação ao que se tornou o acidente mais grave desde a explosão de 2009 na mina de Heilongjiang, no extremo norte do país, que deixou 108 mortos.
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