GIJÓN, 29 jul. (EUROPA PRESS) -
A vice-presidente do Governo das Astúrias, Gimena Llamedo, informou nesta quarta-feira, em Gijón, que solicitarão ainda hoje o relatório do Ministério da Saúde que foi determinante para que Zaragoza fosse escolhida como sede da Agência Estadual de Saúde Pública, em vez das Astúrias, com o objetivo de avaliar uma possível reclamação.
Foi o que ela indicou, em resposta à imprensa, após a apresentação do Pavilhão do Principado das Astúrias na 69ª Feira Internacional de Exposições das Astúrias, que será realizada de 1º a 16 de agosto no recinto de feiras de Gijón “Luis Adaro”, sob o lema “Asturies, yes tú”.
Llamedo destacou que o Governo asturiano, após a decisão do Conselho de Ministros, está “totalmente decepcionado” e reivindicou o histórico de compromisso das Astúrias com a saúde pública, que, segundo ela, não é comparável segundo ela, com outras comunidades autônomas, especialmente no que se refere ao gasto público por habitante.
Acrescentou ainda que as Astúrias, durante a pandemia da COVID-19, serviram de exemplo para todas as comunidades autônomas e até mesmo para além de suas fronteiras.
Ela enfatizou, ainda, que foi o presidente asturiano, Adrián Barbón, quem apresentou a proposta para que Oviedo fosse a sede, para o que contavam com um projeto “sólido”.
Por esse motivo, reiterou que desejam conhecer o relatório do Ministério, para analisá-lo detalhadamente, com o objetivo de promover as medidas necessárias diante de uma situação que consideram “injusta” tanto para as Astúrias quanto para Oviedo.
Questionada sobre as declarações do prefeito de Oviedo, Alfredo Canteli, nas quais ele atribui o fato de Oviedo não ter sido escolhida como sede à “inércia” do Principado, ela as considerou uma “deslealdade”. Na sua opinião, elas são “injustas e não correspondem à realidade nem ao trabalho realizado”.
Em especial, Llamedo destacou que foi apresentado um projeto pela Secretaria de Saúde, que também foi elaborado em conjunto com a Prefeitura de Oviedo.
Ele defendeu, ainda, que o Governo asturiano, e Barbón em pessoa, demonstraram em todas as ocasiões que colocam as Astúrias acima de tudo.
Em relação à Agência Estadual de Saúde Pública, ele destacou que todos os conselheiros asturianos também transmitiram, em todas as instâncias, todo o potencial da região no que diz respeito à saúde pública, algo pelo qual reiterou que as Astúrias são reconhecidas fora da região.
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