Publicado 17/05/2026 16:03

A Assembleia Mundial da Saúde discutirá a coordenação em caso de pandemias ou crises, como as do hantavírus ou do ebola

A ministra da Saúde, Mónica García, ao lado do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.
MINISTERIO DE SANIDAD

Pedro Sánchez e Mónica García participarão das reuniões na sede da ONU em Genebra

MADRID, 17 maio (EUROPA PRESS) -

A ministra da Saúde, Mónica García, informou que a Assembleia Mundial da Saúde abordará, a partir de amanhã, o tratado internacional sobre pandemias para “melhorar a coordenação” diante de futuras crises sanitárias, como a do hantavírus ou o surto de ebola na República Democrática do Congo.

Em uma mensagem nas redes sociais, García informou sobre sua viagem a Genebra para participar da 79ª Assembleia Mundial da Saúde, que começa amanhã e se encerra em 23 de maio. Ela estará presente ao lado do presidente do Governo, Pedro Sánchez, que deve discursar na sessão plenária, conforme comunicado pelo Ministério da Saúde.

“A crise do hantavírus ou o recente surto de ebola na República Democrática do Congo e na República de Uganda voltaram a demonstrar que as emergências sanitárias não conhecem fronteiras e exigem cooperação internacional e sistemas públicos resilientes”, escreveu a ministra da Saúde.

Por isso, ela defendeu a necessidade de compartilhar informações “com mais rapidez e evitar desigualdades no acesso a vacinas e tratamentos”.

Além da coordenação para “futuras crises sanitárias”, serão abordados o tratamento de doenças raras e o acesso a terapias e à pesquisa compartilhada entre países.

"A Espanha impulsionará ainda o debate sobre o papel da atenção primária como base de sistemas de saúde mais eficazes e participará da comissão sobre emergências sanitárias e medidas de saúde pública baseadas em evidências científicas contra a desinformação e as notícias falsas", afirmou Mónica García.

A ministra da Saúde acompanhou sua mensagem nas redes sociais com uma foto ao lado do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, garantindo que ele “agradeceu à Espanha pela liderança e coordenação da operação internacional em Tenerife”.

A realização da Assembleia — órgão decisório supremo da Organização Mundial da Saúde (OMS) — ocorre logo após a operação que foi mobilizada em Tenerife para atender e repatriar os passageiros de um navio afetado por casos de hantavírus.

Além disso, a OMS declarou neste sábado a epidemia de ebola causada pela cepa Bundibugyo na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), embora tenha ressaltado que não se trata de uma emergência pandêmica.

Segundo o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, essa decisão foi tomada após consulta aos governos de ambos os países e avaliação das evidências científicas disponíveis.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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