Publicado 13/01/2026 07:14

A ASPE solicita que a lei sobre os rácios de enfermeiros inclua “ferramentas realistas” para a sua adoção a “curto e médio prazo”.

A presidente da ASPE, Herminia Rodríguez.
ASPE

Durante uma reunião institucional com o secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) -

A Aliança da Saúde Privada Espanhola (ASPE) solicitou ao Ministério da Saúde que a proposta de lei de segurança do paciente em desenvolvimento, conhecida como lei de rácios de enfermagem, seja acompanhada por “ferramentas realistas” que permitam sua implementação a “curto e médio prazo”, a fim de evitar “impactos indesejados” sobre a continuidade dos cuidados de saúde.

Isso foi transmitido pela presidente da ASPE, Herminia Rodríguez; pelo membro do conselho de administração José Manuel Baltar; e pelo secretário-geral, Luis Mendicuti, ao secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla, durante uma reunião institucional realizada na última segunda-feira, na qual foram abordados os projetos legislativos pendentes para o primeiro semestre do ano.

Entre os textos normativos comentados, a ASPE apontou para a proposta de lei de segurança do paciente, sobre a qual levantou ao Ministério a necessidade de considerar o contexto atual do mercado de trabalho na área da saúde, que a patronal da saúde privada considera marcado por uma escassez de profissionais que afeta transversalmente quase todas as comunidades autônomas e atores da assistência.

Nesse sentido, os representantes da ASPE destacaram que qualquer iniciativa legislativa deve levar em conta a diversidade de realidades que compõem o Sistema Nacional de Saúde (SNS) e os diferentes agentes que participam na prestação de serviços de saúde.

DISPOSIÇÃO PARA COLABORAR Durante o encontro, que segundo a ASPE decorreu num clima de cordialidade e respeito institucional, a entidade reiterou ao Ministério da Saúde a sua “total disponibilidade” para colaborar no reforço da qualidade e sustentabilidade do sistema de saúde espanhol. “Devemos valorizar positivamente a oportunidade de manter este espaço de diálogo institucional e preservar o clima atual de colaboração existente”, afirmou Herminia Rodríguez. Segundo Rodríguez, a reunião enquadra-se na vocação da ASPE de contribuir para o debate sanitário a partir de uma perspectiva prudente, técnica e orientada para o interesse geral, evitando posições maximalistas ou de confronto.

A ASPE insistiu que manter um contato fluido tanto com o Ministério da Saúde quanto com as demais instituições públicas é “essencial” em um momento “especialmente relevante” para o SNS, caracterizado por um quadro demográfico exigente, avanços tecnológicos acelerados e uma demanda crescente por assistência. Nesse sentido, a entidade patronal indicou que continuará trabalhando para transmitir suas propostas com senso de responsabilidade.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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