Publicado 01/04/2025 05:54

A ASPE considera que a remunerao de Adeslas e Asisa aos centros de saúde pelo novo acordo Muface é "escassa".

Archivo - Arquivo - O presidente da Aspe, Carlos Rus, discursa durante a cerimnia de encerramento do 'IV Iberian Private Healthcare Summit', no Caixabank All In One Space, em 6 de junho de 2024, em Madri (Espanha). ASPE e Associao Portuguesa de Hospi
Alejandro Martínez Vélez - Europa Press - Arquivo

MADRID 1 abr. (EUROPA PRESS) -

A Aliana Espanhola de Saúde Privada (ASPE) declarou que a "escassa" remunerao oferecida até o momento aos centros de saúde privados espanhóis pela Adeslas e Asisa, as seguradoras que receberam o novo acordo Muface, "pe em risco" a "viabilidade" do modelo e "compromete" o atendimento prestado s companhias de seguro mútuo.

Apesar de as seguradoras receberem um aumento de 41,2% do oramento, a ASPE considera que elas ofereceram uma remunerao "insuficiente" aos centros e aos profissionais de saúde, o que levará a um agravamento das perdas econmicas e a uma crise de acessibilidade no mutualismo.

Essa situao fará com que alguns desses centros privados no renovem seus contratos para continuar prestando atendimento sob esse modelo, razo pela qual a ASPE instou o governo e o Muface a intervir para garantir atendimento "equitativo e abrangente" aos funcionários públicos em todo o país.

"As empresas privadas de saúde so sinnimo de atendimento de qualidade e pedimos mais uma vez que a Muface continue a ser o excelente exemplo de colaborao público-privada que tem sido nos últimos quarenta anos", disse o presidente da ASPE, Carlos Rus.

Ele disse ainda que a viabilidade do modelo "está nas mos das seguradoras", razo pela qual pediu a elas que "tenham uma viso clara" para que o mutualismo "no descarrile".

Se no houver uma "mudana substancial", a ASPE alertou que os membros do mutualismo se tornaro cidados com direitos de saúde "reduzidos", pois tero acesso a um diretório médico "muito restrito", uma situao que afetará ainda mais as províncias com um número menor de operadoras privadas.

"Em muitos dos territórios, os funcionários públicos ficaro desamparados diante da escassez de profissionais que possam atender a seus problemas de saúde", concluiu a organizao.

A proposta de conceder a essas seguradoras cobertura de saúde para os anos de 2025, 2026 e 2027 se deve, por um lado, verificao de que as ofertas "atendem aos requisitos mínimos" e, por outro, ao cumprimento dos requisitos estabelecidos nas especificaes.

Essa resoluo do acordo em favor da Adeslas e da Asisa ocorre depois que o governo aumentou o contrato para 4.808,5 milhes de euros para 2025, 2026 e 2027. Esse aumento ocorreu depois que as trs companhias de seguros que ainda prestavam servios Muface (Adeslas, Asisa e DKV) anunciaram que no participariam do acordo devido s perdas geradas por esse modelo. No final, apenas a Adeslas e a Asisa decidiram participar da licitao.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado